Lendário Avô
Grupo Rodeio
Das vezes pressinto ao matear tua presença no galpão
Os teu arreios, todos aperos inté a cordeona de ti me faz recordar
Carne de ovelha, charque bem gordo
De trás da trempe um cepo pra ti descansar
Lembranças de quem tem origens pra lembrar
Avô campeiro meu galpão é teu altar
Estampa guapa velho lendário charrua
Tua história continua no meu Rio Grande a matear
La pucha o tempo é um domador do corcovear do coração
Barbaridade sinto saudade deste meu velho galponeiro e payador
Teu carreteiro, teus mandamentos
Fazendo falta pro teu neto mateador
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Cartaz do 2º Encontro de Coleccionadores Bonelli da Fronteira Oeste em Uruguaiana, Rio Grande

Cartaz do 2º Encontro de Coleccionadores Bonelli da Fronteira Oeste em Uruguaiana, Rio Grande
Segundo Marcelo Tajes, responsável pela organização do primeiro encontro “Bonelliano” na cidade de Uruguaiana, Rio Grande realizado em Outubro de 2008, o Segundo Encontro “Bonelliano” da Fronteira Oeste, também se realizou este ano em Uruguaiana, nos dias 27 e 28 de Novembro, integrando a programação da 34ª Feira do Livro de Uruguaiana, realizada de 26 a 30 de Novembro na Praça Barão do Rio Branco.
Para publicitar este Segundo Encontro “Bonelliano” da Fronteira Oeste, foi realizado um belo cartaz, baseado num desenho da autoria do artista plástico Leopoldo Romero (também um grande fã e coleccionador de Tex), realizado especialmente para o evento e que retrata Tex chegando à “vila” de Uruguaiana, vendo-se ao fundo sobre o Rio Uruguai, a Ponte Internacional que liga a cidade de Uruguaiana à vizinha Paso de Los Libres, na Argentina.
O grande destaque deste segundo evento, será dado a Tex Willer, o nosso “Águia da Noite”, justiceiro implacável criado pelos italianos Gian Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini e que iniciou a sua trajectória na fronteira entre os Estados Unidos da América e o México e 62 anos depois o Ranger e os seus companheiros rumaram para a fronteira com a Argentina, onde serão o centro das atenções e onde os aguardarão leitores de várias faixas de idade e classes sociais.
O evento contará com exposição de revistas, livros e desenhos para apreciação, troca e venda; encontro de coleccionadores de outras cidades (Allegrete, Santa Maria, São Pedro do Sul, São Borja); dossiê completo das personagens de banda desenhada da editora italiana Sergio Bonelli Editore; exposição de bonecos e estátuas das personagens do mundo de Tex; exibição do filme “Tex e o Senhor dos Abismos” e ainda vários outros itens chamados de “fora de série”.
O grande destaque deste segundo evento, será dado a Tex Willer, o nosso “Águia da Noite”, justiceiro implacável criado pelos italianos Gian Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini e que iniciou a sua trajectória na fronteira entre os Estados Unidos da América e o México e 62 anos depois o Ranger e os seus companheiros rumaram para a fronteira com a Argentina, onde serão o centro das atenções e onde os aguardarão leitores de várias faixas de idade e classes sociais.
O evento contará com exposição de revistas, livros e desenhos para apreciação, troca e venda; encontro de coleccionadores de outras cidades (Allegrete, Santa Maria, São Pedro do Sul, São Borja); dossiê completo das personagens de banda desenhada da editora italiana Sergio Bonelli Editore; exposição de bonecos e estátuas das personagens do mundo de Tex; exibição do filme “Tex e o Senhor dos Abismos” e ainda vários outros itens chamados de “fora de série”.
Texto de José Carlos Francisco
domingo, 28 de novembro de 2010
Não Nego a Raça
Não Nego a Raça
Os Monarcas
Nasci gaúcho pras bandas lá do Uruguai
É macho disse o meu pai, não ha. de ser vagabundo.
Lá em soledade, velho chão hospitaleiro.
No dezoito de janeiro, boliei a perna no mundo.
Não sou famoso, mas não me vendo barato.
E seu ficar sem contrato pra mim a vida ta jóia
Por mixaria ninguém me tira dos forros
E afinal não sou cachorro que acoa a troco de bóia
Sempre agradeço ao velho pai numa prece
Aqueles que me conhecem tão sabendo que eu não minto
Da minha gente eu jamais neguei a raça
Não preciso de cachaça pra dizer tudo que eu sinto
Não tenho medo da língua de bagunceiro
Tenho deus por companheiro, conversa não me machuca.
Não me encarango com o sopro do minuano
Tenho sangue taquariano misturado com manduca
Mulher dengosa que quiser manear meus bastos
Pode até ganhar uns amasso, mas não ganha o coração.
Já levei tombo que me fez perder o rumo
Mesmo assim não me acostumo com o cabresto da paixão
Muitos me dizem: cuidado com o que tu falas
Mas por baixo deste pala tem um coração sincero
Se for bonita e andar procurando agrado
Se eu tiver desocupado não vou falar que não quero
Os Monarcas
Nasci gaúcho pras bandas lá do Uruguai
É macho disse o meu pai, não ha. de ser vagabundo.
Lá em soledade, velho chão hospitaleiro.
No dezoito de janeiro, boliei a perna no mundo.
Não sou famoso, mas não me vendo barato.
E seu ficar sem contrato pra mim a vida ta jóia
Por mixaria ninguém me tira dos forros
E afinal não sou cachorro que acoa a troco de bóia
Sempre agradeço ao velho pai numa prece
Aqueles que me conhecem tão sabendo que eu não minto
Da minha gente eu jamais neguei a raça
Não preciso de cachaça pra dizer tudo que eu sinto
Não tenho medo da língua de bagunceiro
Tenho deus por companheiro, conversa não me machuca.
Não me encarango com o sopro do minuano
Tenho sangue taquariano misturado com manduca
Mulher dengosa que quiser manear meus bastos
Pode até ganhar uns amasso, mas não ganha o coração.
Já levei tombo que me fez perder o rumo
Mesmo assim não me acostumo com o cabresto da paixão
Muitos me dizem: cuidado com o que tu falas
Mas por baixo deste pala tem um coração sincero
Se for bonita e andar procurando agrado
Se eu tiver desocupado não vou falar que não quero
sábado, 27 de novembro de 2010
Philip Henry Sheridan

Philip Henry Sheridan (* 6 de março de 1831 - † 5 de agosto de 1888); General do exército americano, participou da Guerra De Secessão e das Guerras Indígenas. Autor da frase "índio bom é índio morto", que tem como pano de fundo o genocídios de milhões de índios promovido por desbravadores norte-americanos durante a conquista do oeste.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O Espírito Sulista arma-se na luta pela secessão
O Espírito Sulista arma-se na luta pela secessão
25 de março de 2008
Por Sérgio Alves de Oliveira *
Toma proporções de certo vulto o sentimento separatista no Sul do País. E o mesmo é
ocasionado, em grande parte, pela falácia federativa.
Esses sentimentos separatistas que buscam seccionar uma parte do território brasileiro para formar um novo Estado
Soberano manifestam-se, por enquanto, em círculos restritos, informais, principalmente nas longas trocas de idéias
realizadas durante a madrugada, ambiente onde normalmente o espírito solta-se com vigor dos grilhões que
normalmente o aprisionam na vida ativa. Mas o próprio leitor deste escrito poderia constatar a presença desse espírito
separatista. Bastaria, para tanto, fazer uma coleta de opiniões entre gente sulista que participa de suas próprias relações
privadas. Sem titubear, certamente a esmagadora maioria optaria pelo "sim". Tais fatos não podem ser desprezados.
Não se tratam de conversa oca de "desocupados" que vivem a magia que tem a madrugada. Eles merecem sólida
análise a fim de que possam surgir as suas razões mais profundas. A ausência de capacidade governamental para
bem gerir os destinos da nação reflete-se da maneira mais nítida nos Estados-membros e municípios, células da
organização política nacional. E não se trata aqui de mera injustiça no aquinhoar com recursos materiais e financeiros
essas entidades administrativas em desproporção à menor das riquezas produzidas, ou seja, de não retornar a própria
contribuído em índices correspondentes à origem. Trata-se, isto sim, das ''perdas" geradas pelos complicados caminhos
administrativos a que estão sujeitos tais recursos. Traia-se da "diluição", da "evaparação" rumo ao nada e, muitas vezes,
até de "embolsamento" ocorridos numa complexa máquina administrativa federal, onde são imensas as perdas da
riqueza gerada. Como explicar, a não ser por essa via, que normalmente o Estado-membro não recebe em retorno o que
efetivamente produziu? Porventura já vos teríeis se apercebido que se os recursos ficassem no local do fato gerador os
respectivos cofres públicos ficariam mais "cheios" para que pudessem atender as obras julgadas prioritárias pela
própria comunidade? Convém deixar o julgamento dessas prioridades a pessoas que talvez nunca tenham sequer pisado
no município? Porventura os Estados federados não estão muitas vezes abarrotados de obras que nunca pediram, de
vultosos custos e, ao mesmo tempo, ressentindo-se de obras que realmente necessitam e foram pedidas? Se
atentarmos para o problema finalístico do Estado e nos filiarmos à corrente que o Estado é meio e o homem o seu fim,
evidentemente se chegará à conclusão que o Estado deve ser moldado para servir o homem e não o contrário como
muitos pensam. Se o Estado não consegue atender a contento as necessidades e desejos humanos nos parece que o
próprio direito natural coloca nas mãos do homem a faculdade de refazer o Estado dentro desse objetivo. Portanto,
nenhum crime existe em buscar o bem-estar do povo de uma determinada região mediante o processo separatista, o
que é uma das formas admitidas em doutrina para refazer o Estado. E tanto isso é um direito que a própria história
registra inúmeras mutações havidas ao longo do tempo em outras nações. Se é tida como válida a emancipação de
municípios e de Estados-membros, qual o motivo de não se estender esse mesmo direito a regiões que desejam formar
um novo Estado soberano? Se é possível ao indivíduo, a qualquer momento, desligar-se das sociedades humanas, o
que é consagrado inclusive na Constituição, como deixar de reconhecer o direito de secessão? Certamente esses desejos
não dariam a sua presença marcante se as coisas estivessem trilhando bons caminhos, o que lamentavelmente não tem
acontecido. "Arrumar" a própria casa é bem mais fácil do que arrumar um todo onde são por demais limitadas as
ingerências. E é isso, em síntese, o pensamento que toma corpo no Sul, o qual quer arrumar-se a si mesmo
desesperançado de dias melhores e completamente descrente da classe política que tem infelicitado a nação. Esses
sentimentos são fortes no Sul, principalmente no Rio Grande, o qual, isolada ou conjuntamente com alguns outros
Estados que lhe são contíguos ao norte, forma uma região seccionanda por natureza. E parece mesmo que a própria
natureza encarregou-se de dar a essa região o direito de separar-se do restante do país, a qual limitaria, se fosse o caso,
com o restante do Brasil somente num lado, Nos demais limitaria com o oceano Atlântico e com outros países.
Circunstâncias geográficas aprisionam outros Estados como Minas Gerais ou Goiás, que ficam encravados no território
nacional, os quais, isoladamente, nunca poderiam sequer pensar em separar-se para formar novo país, o que não é o
caso de regiões que limitam com o oceano ou com outros países. Por sua vez o sul brasileiro tem a característica de
confrontar tanto com um quanto com outros. A separação porventura não seria obra que o destino lhe reservou? Se
investigar-se as causas mais fortes desses sentimentos que tomam conta do espírito sulista necessariamente se
chegará à conclusão que elas não residem em qualquer sentimento de incompatibilidade" com as populações de outras
regiões e que, ao mesmo tempo, a eventual secessão não se trata de um fim em si, senão de um meio através do qual a
gente sulista busca desenvolver as suas mais altas potencial idades. Outro fator causal; mais fácil é construir algo a
partir da estaca "zero" do que tentar reconstruir uma estrutura cheia de vícios e que tem imperado durante séculos de
história. Mas nessa mudança certamente estariam também presentes as mudanças necessárias na própria classe política,
pois de nada valeria independenciar o Sul e ao mesmo tempo manter os mesmos "representantes" do seu povo. Em
última análise isso não seria benéfico para as duas partes envolvidas no processo de secessão (seccionanda e
seccionada)? Para os respectivos povos? Com efeito, o fato de cultivar a idéia de que as ligações entre povos e regiões de
um determinado país devam ser perpetuas não passa de preconceito sem qualquer fundamento tanto de ordem jurídica
quanto de ordem moral, Tudo é válido em benefício do povo, mesmo que empregados os extremos recursos da
secessão. Outra regra que parece ser desígnio da natureza prende-se à circunstância que a afinidade (cultura, costumes,
tradições, hábitos, folclore, etc.) entre os povos de diferentes regiões dá-se mais em função da distância física que os
separa do que em função das fronteiras internacionais. Desse modo existe mais afinidade entre as populações de cidades
que fazem limite entre países do que entre cidades ou regiões do mesmo país que se distanciam por milhares de
quilômetros. o gaúcho, por exemplo, tem mais afinidade com o uruguaio ou o argentino do que com o brasileiro nortista
ou nordestino. Mas a afinidade que seu povo tem entre si é sólida. Por circunstâncias históricas e culturais talvez ela seja a
mais forte de todas. E essa comunhão de valores por si só já justificaria o desencadeamento do processo
seccionista. Mas à toda evidência não se trata aqui de "culpar" os outros e "absolver" o sulista pelos desgraçados rumos
que têm sido imprimidos ao País. Alguns sulistas já tiveram passagem pelo mais alto poder e estão entre os principais
responsáveis pelos descaminhos que empurraram o Brasil à beira do abismo. Nesse sentido não se pode falar em
"gaúchos" que passaram pelo poder, pois esses "gaúchos" nunca subiram ao poder com o apoio da sua própria gente,
ou seja, não foi o “sprit-de-corp” sulista que andou usurpando o verdadeiro poder e sim alguns traidores
que desonraram a sua própria gente. Não obstante o choque inicial que deve causar a idéia de independência de uma
parte do povo e território nacionais, essa faculdade tanto de ordem moral quanto política ou jurídica não pode ser levada a
título de absurdo. Portanto, ela seria perfeitamente sustentável, mesmo que não desejada como fim em si mesma e sim
como meio. No problema da formação, crescimento e fim do Estado, em primeiro lugar deve-se distinguir se trata do
surgimento do Estado como instituição política no seio da vida primitiva dos povos ou se trata do aparelhamento que deve
ter um Estado novo nas condições atuais de cultura e civilização, com todos os requisitos exigidos à sua existência. O
Estado representa um marco na evolução da sociedade humana. Ele nem sempre existiu. E numa sociedade já
constituída segundo os padrões normais de civilizado, o Estado pode aparecer de diversas maneiras. Pode ser pela
cisão, onde o Estado "reparte-se" para constituir dois ou mais Estados novos. Pode ainda ser, pela independência de
colônias que se separam do país mãe; pela fusão de dois ou mais Estados num só e, finalmente, pela secessão de uma
parte do território e população para formação de um novo Estado. Todos esses movimentos podem dar a sua presença por
várias razões. E dentre elas merecem destaque, a fim de ilustrar especificamente esta questão, a necessidade de
autonomia política e econômica e a união por fortes laços de interesses comuns. Para que um Estado se forme é
necessário a combinação dos seus três elementos componentes: território, população e governo. É preciso que haja uma
condição de afinidade entre esses três elementos e principalmente entre o povo. E a ordem jurídica, o direito, é o meio e
sustentação para surgimento do Estado novo. Dentre as teorias conhecidas que presidem o nascimento dos Estados
merecem destaque: o principio das nacionalidades, defendida por Mancini em 1851, para quem as populações ligadas
entre si por identidade de raça, de língua, de costumes, de tradições, formam naturalmente uma nação e devem ser reunidas
num mesmo Estado; a teoria das fronteiras naturais, segundo a qual o território é complemento indispensável da nação.
Atribui-se a Napoleão a afirmação de que a Europa de então só encontraria paz a partir do momento em que cada uma das
nações estivesse integrada nos seus limites naturais; teoria que os povos podem dispor livremente sobre o próprio destino,
pela qual a nacionalidade deve ser precedida do livre consentimento dos povos, tendo encontrado agasalho no Contrato
Social, de J.J. Rousseau, princípio consagrado inclusive pela Revolução Francesa e incluído na doutrina de Wilson, em
1919. Não resta qualquer dúvida que a secessão sulista encontraria amparo não somente em uma determinada teoria
das mencionadas porém em todas elas, principalmente na doutrina das fronteiras naturais e na teoria do livre arbítrio do
seu povo. As fronteiras do eventual novo Estado soberano foram-lhe dadas pela natureza: o oceano e outros países. O
desejo do povo, embora em estado embrionário, também dá a sua presença. E como foi dito esse desejo não se trata
de produto de qualquer incompatibilidade com os povos de outras regiões e sim a incompatibilidade com o sistema
político que tem gerido a nação, escolhidos pelo todo e para o todo, o qual a cada dia que passa mais desesperança e mais
finca suas desgraçadas raízes no poder. E não se pense nunca que esteja havendo questionamento sobre os governos de
"a" ou "b" e sim sobre o espírito que os têm norteado de maneira geral, usando "marcas" diferentes cuja única
finalidade é iludir e lançar a um futuro "próximo" que nunca chega soluções frustradas que vêm sendo experimentadas há
séculos. A esperança que nasceu nos anos 30 morreu em 64 e não foi "ressuscitada" com a pseudo "Nova República"
gerida pela contra-revolução.
(*) SÉRGIO ALVES DE OLIVEIRA é advogado Constitucionalista, autor de A
Independência do Sul (Martins Livreiro Editor – 1986).
http://www.patria-sulista.org
25 de março de 2008
Por Sérgio Alves de Oliveira *
Toma proporções de certo vulto o sentimento separatista no Sul do País. E o mesmo é
ocasionado, em grande parte, pela falácia federativa.
Esses sentimentos separatistas que buscam seccionar uma parte do território brasileiro para formar um novo Estado
Soberano manifestam-se, por enquanto, em círculos restritos, informais, principalmente nas longas trocas de idéias
realizadas durante a madrugada, ambiente onde normalmente o espírito solta-se com vigor dos grilhões que
normalmente o aprisionam na vida ativa. Mas o próprio leitor deste escrito poderia constatar a presença desse espírito
separatista. Bastaria, para tanto, fazer uma coleta de opiniões entre gente sulista que participa de suas próprias relações
privadas. Sem titubear, certamente a esmagadora maioria optaria pelo "sim". Tais fatos não podem ser desprezados.
Não se tratam de conversa oca de "desocupados" que vivem a magia que tem a madrugada. Eles merecem sólida
análise a fim de que possam surgir as suas razões mais profundas. A ausência de capacidade governamental para
bem gerir os destinos da nação reflete-se da maneira mais nítida nos Estados-membros e municípios, células da
organização política nacional. E não se trata aqui de mera injustiça no aquinhoar com recursos materiais e financeiros
essas entidades administrativas em desproporção à menor das riquezas produzidas, ou seja, de não retornar a própria
contribuído em índices correspondentes à origem. Trata-se, isto sim, das ''perdas" geradas pelos complicados caminhos
administrativos a que estão sujeitos tais recursos. Traia-se da "diluição", da "evaparação" rumo ao nada e, muitas vezes,
até de "embolsamento" ocorridos numa complexa máquina administrativa federal, onde são imensas as perdas da
riqueza gerada. Como explicar, a não ser por essa via, que normalmente o Estado-membro não recebe em retorno o que
efetivamente produziu? Porventura já vos teríeis se apercebido que se os recursos ficassem no local do fato gerador os
respectivos cofres públicos ficariam mais "cheios" para que pudessem atender as obras julgadas prioritárias pela
própria comunidade? Convém deixar o julgamento dessas prioridades a pessoas que talvez nunca tenham sequer pisado
no município? Porventura os Estados federados não estão muitas vezes abarrotados de obras que nunca pediram, de
vultosos custos e, ao mesmo tempo, ressentindo-se de obras que realmente necessitam e foram pedidas? Se
atentarmos para o problema finalístico do Estado e nos filiarmos à corrente que o Estado é meio e o homem o seu fim,
evidentemente se chegará à conclusão que o Estado deve ser moldado para servir o homem e não o contrário como
muitos pensam. Se o Estado não consegue atender a contento as necessidades e desejos humanos nos parece que o
próprio direito natural coloca nas mãos do homem a faculdade de refazer o Estado dentro desse objetivo. Portanto,
nenhum crime existe em buscar o bem-estar do povo de uma determinada região mediante o processo separatista, o
que é uma das formas admitidas em doutrina para refazer o Estado. E tanto isso é um direito que a própria história
registra inúmeras mutações havidas ao longo do tempo em outras nações. Se é tida como válida a emancipação de
municípios e de Estados-membros, qual o motivo de não se estender esse mesmo direito a regiões que desejam formar
um novo Estado soberano? Se é possível ao indivíduo, a qualquer momento, desligar-se das sociedades humanas, o
que é consagrado inclusive na Constituição, como deixar de reconhecer o direito de secessão? Certamente esses desejos
não dariam a sua presença marcante se as coisas estivessem trilhando bons caminhos, o que lamentavelmente não tem
acontecido. "Arrumar" a própria casa é bem mais fácil do que arrumar um todo onde são por demais limitadas as
ingerências. E é isso, em síntese, o pensamento que toma corpo no Sul, o qual quer arrumar-se a si mesmo
desesperançado de dias melhores e completamente descrente da classe política que tem infelicitado a nação. Esses
sentimentos são fortes no Sul, principalmente no Rio Grande, o qual, isolada ou conjuntamente com alguns outros
Estados que lhe são contíguos ao norte, forma uma região seccionanda por natureza. E parece mesmo que a própria
natureza encarregou-se de dar a essa região o direito de separar-se do restante do país, a qual limitaria, se fosse o caso,
com o restante do Brasil somente num lado, Nos demais limitaria com o oceano Atlântico e com outros países.
Circunstâncias geográficas aprisionam outros Estados como Minas Gerais ou Goiás, que ficam encravados no território
nacional, os quais, isoladamente, nunca poderiam sequer pensar em separar-se para formar novo país, o que não é o
caso de regiões que limitam com o oceano ou com outros países. Por sua vez o sul brasileiro tem a característica de
confrontar tanto com um quanto com outros. A separação porventura não seria obra que o destino lhe reservou? Se
investigar-se as causas mais fortes desses sentimentos que tomam conta do espírito sulista necessariamente se
chegará à conclusão que elas não residem em qualquer sentimento de incompatibilidade" com as populações de outras
regiões e que, ao mesmo tempo, a eventual secessão não se trata de um fim em si, senão de um meio através do qual a
gente sulista busca desenvolver as suas mais altas potencial idades. Outro fator causal; mais fácil é construir algo a
partir da estaca "zero" do que tentar reconstruir uma estrutura cheia de vícios e que tem imperado durante séculos de
história. Mas nessa mudança certamente estariam também presentes as mudanças necessárias na própria classe política,
pois de nada valeria independenciar o Sul e ao mesmo tempo manter os mesmos "representantes" do seu povo. Em
última análise isso não seria benéfico para as duas partes envolvidas no processo de secessão (seccionanda e
seccionada)? Para os respectivos povos? Com efeito, o fato de cultivar a idéia de que as ligações entre povos e regiões de
um determinado país devam ser perpetuas não passa de preconceito sem qualquer fundamento tanto de ordem jurídica
quanto de ordem moral, Tudo é válido em benefício do povo, mesmo que empregados os extremos recursos da
secessão. Outra regra que parece ser desígnio da natureza prende-se à circunstância que a afinidade (cultura, costumes,
tradições, hábitos, folclore, etc.) entre os povos de diferentes regiões dá-se mais em função da distância física que os
separa do que em função das fronteiras internacionais. Desse modo existe mais afinidade entre as populações de cidades
que fazem limite entre países do que entre cidades ou regiões do mesmo país que se distanciam por milhares de
quilômetros. o gaúcho, por exemplo, tem mais afinidade com o uruguaio ou o argentino do que com o brasileiro nortista
ou nordestino. Mas a afinidade que seu povo tem entre si é sólida. Por circunstâncias históricas e culturais talvez ela seja a
mais forte de todas. E essa comunhão de valores por si só já justificaria o desencadeamento do processo
seccionista. Mas à toda evidência não se trata aqui de "culpar" os outros e "absolver" o sulista pelos desgraçados rumos
que têm sido imprimidos ao País. Alguns sulistas já tiveram passagem pelo mais alto poder e estão entre os principais
responsáveis pelos descaminhos que empurraram o Brasil à beira do abismo. Nesse sentido não se pode falar em
"gaúchos" que passaram pelo poder, pois esses "gaúchos" nunca subiram ao poder com o apoio da sua própria gente,
ou seja, não foi o “sprit-de-corp” sulista que andou usurpando o verdadeiro poder e sim alguns traidores
que desonraram a sua própria gente. Não obstante o choque inicial que deve causar a idéia de independência de uma
parte do povo e território nacionais, essa faculdade tanto de ordem moral quanto política ou jurídica não pode ser levada a
título de absurdo. Portanto, ela seria perfeitamente sustentável, mesmo que não desejada como fim em si mesma e sim
como meio. No problema da formação, crescimento e fim do Estado, em primeiro lugar deve-se distinguir se trata do
surgimento do Estado como instituição política no seio da vida primitiva dos povos ou se trata do aparelhamento que deve
ter um Estado novo nas condições atuais de cultura e civilização, com todos os requisitos exigidos à sua existência. O
Estado representa um marco na evolução da sociedade humana. Ele nem sempre existiu. E numa sociedade já
constituída segundo os padrões normais de civilizado, o Estado pode aparecer de diversas maneiras. Pode ser pela
cisão, onde o Estado "reparte-se" para constituir dois ou mais Estados novos. Pode ainda ser, pela independência de
colônias que se separam do país mãe; pela fusão de dois ou mais Estados num só e, finalmente, pela secessão de uma
parte do território e população para formação de um novo Estado. Todos esses movimentos podem dar a sua presença por
várias razões. E dentre elas merecem destaque, a fim de ilustrar especificamente esta questão, a necessidade de
autonomia política e econômica e a união por fortes laços de interesses comuns. Para que um Estado se forme é
necessário a combinação dos seus três elementos componentes: território, população e governo. É preciso que haja uma
condição de afinidade entre esses três elementos e principalmente entre o povo. E a ordem jurídica, o direito, é o meio e
sustentação para surgimento do Estado novo. Dentre as teorias conhecidas que presidem o nascimento dos Estados
merecem destaque: o principio das nacionalidades, defendida por Mancini em 1851, para quem as populações ligadas
entre si por identidade de raça, de língua, de costumes, de tradições, formam naturalmente uma nação e devem ser reunidas
num mesmo Estado; a teoria das fronteiras naturais, segundo a qual o território é complemento indispensável da nação.
Atribui-se a Napoleão a afirmação de que a Europa de então só encontraria paz a partir do momento em que cada uma das
nações estivesse integrada nos seus limites naturais; teoria que os povos podem dispor livremente sobre o próprio destino,
pela qual a nacionalidade deve ser precedida do livre consentimento dos povos, tendo encontrado agasalho no Contrato
Social, de J.J. Rousseau, princípio consagrado inclusive pela Revolução Francesa e incluído na doutrina de Wilson, em
1919. Não resta qualquer dúvida que a secessão sulista encontraria amparo não somente em uma determinada teoria
das mencionadas porém em todas elas, principalmente na doutrina das fronteiras naturais e na teoria do livre arbítrio do
seu povo. As fronteiras do eventual novo Estado soberano foram-lhe dadas pela natureza: o oceano e outros países. O
desejo do povo, embora em estado embrionário, também dá a sua presença. E como foi dito esse desejo não se trata
de produto de qualquer incompatibilidade com os povos de outras regiões e sim a incompatibilidade com o sistema
político que tem gerido a nação, escolhidos pelo todo e para o todo, o qual a cada dia que passa mais desesperança e mais
finca suas desgraçadas raízes no poder. E não se pense nunca que esteja havendo questionamento sobre os governos de
"a" ou "b" e sim sobre o espírito que os têm norteado de maneira geral, usando "marcas" diferentes cuja única
finalidade é iludir e lançar a um futuro "próximo" que nunca chega soluções frustradas que vêm sendo experimentadas há
séculos. A esperança que nasceu nos anos 30 morreu em 64 e não foi "ressuscitada" com a pseudo "Nova República"
gerida pela contra-revolução.
(*) SÉRGIO ALVES DE OLIVEIRA é advogado Constitucionalista, autor de A
Independência do Sul (Martins Livreiro Editor – 1986).
http://www.patria-sulista.org
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Robert Gould Shaw
Robert Gould Shaw (Boston, 10 de Outubro de 1837 — Charleston , 18 de Julho de 1863) foi um coronel das forças federalistas dos Estados Unidos da América que se celebrizou como comandante do 54.º Regimento de Infantaria de Massachusetts, uma unidade de soldados voluntários negros, durante a Guerra De Secessão.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Minha Terra
Minha Terra
Mano Lima
Composição: Apparício Silva Rillo
Sou uma cria da fronteira
Criado a leite de vaca
Eu fui templado ao rigor
Nem mesmo a gripe me ataca
Moro no meio do campo
Lá no capão do xiró
Tenho um cavalo amilhado
E gosto de viver só
Minha mãe uma chinoca
Que usava flor no cabelo
Me pariu a campo fora
Pra ser gaúcho e campeiro
Saiu esse queixo roxo
Há de cumprir sua sina
Sou taura e não cabresteio
Nem com sinuelo de china
Cresci como cresce um touro
Levantando terra e escarvando
Desde do ventre da minha mãe
Já saltei atropelando
Berrando grosso e bem forte
Sobre na costa do uruguai
Pois sou filho do rio grande
Me orgulho de ti meu pai.
Mano Lima
Composição: Apparício Silva Rillo
Sou uma cria da fronteira
Criado a leite de vaca
Eu fui templado ao rigor
Nem mesmo a gripe me ataca
Moro no meio do campo
Lá no capão do xiró
Tenho um cavalo amilhado
E gosto de viver só
Minha mãe uma chinoca
Que usava flor no cabelo
Me pariu a campo fora
Pra ser gaúcho e campeiro
Saiu esse queixo roxo
Há de cumprir sua sina
Sou taura e não cabresteio
Nem com sinuelo de china
Cresci como cresce um touro
Levantando terra e escarvando
Desde do ventre da minha mãe
Já saltei atropelando
Berrando grosso e bem forte
Sobre na costa do uruguai
Pois sou filho do rio grande
Me orgulho de ti meu pai.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Nomes Da Guerra De Secessão
Nomes Da Guerra De Secessão
A Guerra Civil Americana tem sido conhecida pelos seus diversos nomes que refletem os diferentes aspectos históricos, políticos e culturais de diferentes grupos e regiões. Ao contrário de outras guerras civis, a Guerra Civil Americana não ocorreu por causa da luta de diferentes facções para o controle do governo de um país, mas sim, foi lutada para derrotar um movimento de secessão. Os combatentes, os exércitos e as batalhas da guerra também tiveram nomes distintos usados em tempos diferentes.
A Guerra
Os seguintes nomes são os mais usados nos Estados Unidos da América, ou foram muito usados. Elas estão listados em ordem decrescente de uso.
• Guerra Civil Americana: É facilmente o termo mais usado atualmente para descrever o conflito, tendo sido usado por uma grande maioria da mídia e dos historiadores dos Estados Unidos desde o início do século XX. O National Park Service, uma organização governamental criada pelo Congresso americano com o objetivo de preservar os campos de batalha da guerra, usa este termo. Nos Estados Unidos e no Canadá, dificilmente o termo Guerra Civil Americana é empregado, sendo ao invés disto, usado apenas Guerra Civil.
• Guerra Entre os Estados: Este termo nunca foi usado durante a guerra, mas foi criada imediatamente após a guerra por Alexander Stephens, que fora o Vice-Presidente dos Estados Confederados da América. Nortistas não gostaram deste termo por que rejeitavam a idéia que Estados estiveram lutando contra Estados. Os confederados, à época, acreditavam que sua nova nação estava lutando contra outra nação, e a população confederada certamente nunca acreditou que a guerra fora uma guerra entre os estados enquanto a guerra perdurava. Nortistas acreditavam que a União - a nação como um todo - estava pondo fim à uma rebelião. Após 1890, este termo tornou-se muito usado, sendo que parecia à época o menos provocativo, e foi o termo mais usado entre 1900 a 1940. O USMC War Memorial e o Cemitério Nacional de Arlington usam este termo.
• Guerra da Rebelião: Termo utilizado oficialmente pelo governo americano até 1900. Um derivado é Guerra da Rebelião Sulista.
• Guerra da Independência Sulista: Foi imensamente popular durante a guerra, sendo que seu uso, após a guerra, caiu drasticamente por causa da falha do Sul em conquistar sua guerra. Porém, tornou-se popular novamente no fim do século XX entre grupos de herança confederada, tais como a Liga do Sul e os Filhos de Veteranos Confederados.
• Guerra da Agressão Nortista: Este termo dá ênfase às reivindicações de grupos políticos confederados que o Norte invadiu efetivamente o Sul.
• Guerra da Secessão: Utilizado primariamente no Sul, sendo rara no restante do país, e rara em publicações americanas, embora seja por vezes usada em países de língua portuguesa.
Outros termos muito menos usados são Guerra em Defesa da Virgínia, Guerra do Senhor Lincoln, termos usados no Sul; e Guerra da Insurreição, Guerra para Salvar a União, Guerra para a Abolição e Guerra da Prevenção da Independência Sulista, termos usados no Norte.
Batalhas e exércitos:
Existe uma curiosa disparidade entre ambos os lados na nomeclatura de algumas das batalhas da guerra. No Norte, batalhas eram frequentemente nomeadas atrás de rios ou riachos localizados próximos ao cenário de batalha; no Sul, a nome da cidade mais próxima era usada. Alguns das diferenças mais comuns:
Nome Nortista
Nome Sulista
Primeira Batalha de Bull Run
Primeira Batalha de Manassas
Segunda Batalha de Bull Run
Segunda Batalha de Manassas
Batalha de Logan's Cross Roads
Batalha de Mills Springs
Batalha de Antietam
Batalha de Sharpsburg
Batalha de Pittsburg Landing
Batalha de Shiloh
Batalha de Fair Oaks
Batalha de Seven Pines
Batalha de Chaplin Hills
Batalha de Perryville
Batalha de Stone's River
Batalha de Murfreesboro
Batalha de Opequon Creek
Batalha de Winchester
A Guerra Civil Americana tem sido conhecida pelos seus diversos nomes que refletem os diferentes aspectos históricos, políticos e culturais de diferentes grupos e regiões. Ao contrário de outras guerras civis, a Guerra Civil Americana não ocorreu por causa da luta de diferentes facções para o controle do governo de um país, mas sim, foi lutada para derrotar um movimento de secessão. Os combatentes, os exércitos e as batalhas da guerra também tiveram nomes distintos usados em tempos diferentes.
A Guerra
Os seguintes nomes são os mais usados nos Estados Unidos da América, ou foram muito usados. Elas estão listados em ordem decrescente de uso.
• Guerra Civil Americana: É facilmente o termo mais usado atualmente para descrever o conflito, tendo sido usado por uma grande maioria da mídia e dos historiadores dos Estados Unidos desde o início do século XX. O National Park Service, uma organização governamental criada pelo Congresso americano com o objetivo de preservar os campos de batalha da guerra, usa este termo. Nos Estados Unidos e no Canadá, dificilmente o termo Guerra Civil Americana é empregado, sendo ao invés disto, usado apenas Guerra Civil.
• Guerra Entre os Estados: Este termo nunca foi usado durante a guerra, mas foi criada imediatamente após a guerra por Alexander Stephens, que fora o Vice-Presidente dos Estados Confederados da América. Nortistas não gostaram deste termo por que rejeitavam a idéia que Estados estiveram lutando contra Estados. Os confederados, à época, acreditavam que sua nova nação estava lutando contra outra nação, e a população confederada certamente nunca acreditou que a guerra fora uma guerra entre os estados enquanto a guerra perdurava. Nortistas acreditavam que a União - a nação como um todo - estava pondo fim à uma rebelião. Após 1890, este termo tornou-se muito usado, sendo que parecia à época o menos provocativo, e foi o termo mais usado entre 1900 a 1940. O USMC War Memorial e o Cemitério Nacional de Arlington usam este termo.
• Guerra da Rebelião: Termo utilizado oficialmente pelo governo americano até 1900. Um derivado é Guerra da Rebelião Sulista.
• Guerra da Independência Sulista: Foi imensamente popular durante a guerra, sendo que seu uso, após a guerra, caiu drasticamente por causa da falha do Sul em conquistar sua guerra. Porém, tornou-se popular novamente no fim do século XX entre grupos de herança confederada, tais como a Liga do Sul e os Filhos de Veteranos Confederados.
• Guerra da Agressão Nortista: Este termo dá ênfase às reivindicações de grupos políticos confederados que o Norte invadiu efetivamente o Sul.
• Guerra da Secessão: Utilizado primariamente no Sul, sendo rara no restante do país, e rara em publicações americanas, embora seja por vezes usada em países de língua portuguesa.
Outros termos muito menos usados são Guerra em Defesa da Virgínia, Guerra do Senhor Lincoln, termos usados no Sul; e Guerra da Insurreição, Guerra para Salvar a União, Guerra para a Abolição e Guerra da Prevenção da Independência Sulista, termos usados no Norte.
Batalhas e exércitos:
Existe uma curiosa disparidade entre ambos os lados na nomeclatura de algumas das batalhas da guerra. No Norte, batalhas eram frequentemente nomeadas atrás de rios ou riachos localizados próximos ao cenário de batalha; no Sul, a nome da cidade mais próxima era usada. Alguns das diferenças mais comuns:
Nome Nortista
Nome Sulista
Primeira Batalha de Bull Run
Primeira Batalha de Manassas
Segunda Batalha de Bull Run
Segunda Batalha de Manassas
Batalha de Logan's Cross Roads
Batalha de Mills Springs
Batalha de Antietam
Batalha de Sharpsburg
Batalha de Pittsburg Landing
Batalha de Shiloh
Batalha de Fair Oaks
Batalha de Seven Pines
Batalha de Chaplin Hills
Batalha de Perryville
Batalha de Stone's River
Batalha de Murfreesboro
Batalha de Opequon Creek
Batalha de Winchester
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Doze Condições para Edificar um País Forte
Doze Condições para Edificar um País Forte
03 de novembro de 2008
Por Jorge Ernesto Macedo Geisel *
Um país forte acolhe a todos sem distinções de cor, raça, religião, gênero ou de antecedentes nacionais, submetendo-os aos ditames da Lei nascida do exercício político decisório e fiscalizatório da sociedade, participativa localmente e com fiéis representantes legislativos de suas autonomias regionais, contempladas, outrossim, com suas representações políticas eleitoralmente proporcionalizadas no parlamento nacional.
Um país forte não é conseqüência de um domínio territorial extenso ou de suas riquezas naturais, mas da repercussão direta da democratização do conhecimento, do amor ao trabalho, da sua poupança financeira, da criatividade liberalizada na Economia e na Educação, pelo livre investimento e vontade de seu povo.
Um país é forte não em simples decorrência do nível de escolaridade de sua população, mas da sua capacidade em transformar conhecimento em tecnologia, trabalho e na iniciativa para a produção de riquezas e de bem-estar social correspondentes, sem ingerências governamentais.
Um país é forte não por um destino manifestado, mas pela opção preferencial pela riqueza, através da cooperação individual em sociedade de confiança, nas responsabilidades em face dos desafios públicos e privados.
Um país é forte, e indestrutível em sua integridade, quando a cidadania agrega valor à individualidade do homem e da mulher, estimulados à civilidade e ao civismo, pelas influências morais e espirituais, geradas com naturalidade, movidas pelas necessidades de uma sociedade de confiança.
Um país é forte, quando seu Estado não é considerado um fim em si mesmo. Mostra ser judiciosamente potente, se o seu servidor público não detém privilégios legais além daqueles concedidos ao próprio Contribuinte, que sustenta o Estado.
Um país é forte, se tem sua soberania respeitada como resultado da dissuasão, promovida pela firme consciência nacional do seu estável padrão moral coletivo, assim reconhecido internacionalmente.
Um país é forte, quando utiliza seus valores culturais autênticos como base de sustentação da educação contínua de sua população, da infância à velhice.
Um país é forte, quando consegue edificar um Estado cujas leis políticas permitam a liberdade eleitoral e partidária plena, em quaisquer esferas políticas subnacionais. Torna-se cada vez mais forte e coeso, quando é governado apenas por autoridades eleitas pelo mérito reconhecido pelo público, com remunerações e prazos de mandato ratificados diretamente pelos eleitores.
Um país é forte, quando a descentralização política permite, ao poder central, tempo e recursos suficientes para exercer com eficiência suas competências estratégicas, aquelas de articulação interna, defesa, relações exteriores, moeda e justiça constitucional; as múltiplas e restantes competências devendo, naturalmente, ser atribuições dos níveis sempre mais próximos do cidadão e previstas as revisões periódicas das leis mediante referendos, consultas e plebiscitos universais.
Um país é forte, quando não tem preocupações em se tornar o mais rico e o mais poderoso do Mundo. A população de um país feliz e forte é dotada daquelas virtudes da educação contínua na democracia e na livre busca pessoal da felicidade, limitada pela moral pública e por um mínimo de leis justas, claras e precisas.
Um país torna-se cada vez mais forte, quando é imune às tentações de produzir mais caro aquilo que pode comprar dos outros com vantagens; mas ele será mais feliz se encontrar caminhos próprios e criativos de auto sustentação econômica, com um mínimo de tributação, pelo controle de endividamentos externos e internos, respeitando contratos e a propriedade privada, estimulando a conservação sempre aprimorada de seu Meio Ambiente, levando em consideração a história e a beleza das paisagens, sendo o Indivíduo e a Liberdade, os polos de suas melhores atenções.
(*) JORGE ERNESTO MACEDO GEISEL é advogado no Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.patria-sulista.org/index.php?option=com_content&task=view&id=115&Itemid=68
03 de novembro de 2008
Por Jorge Ernesto Macedo Geisel *
Um país forte acolhe a todos sem distinções de cor, raça, religião, gênero ou de antecedentes nacionais, submetendo-os aos ditames da Lei nascida do exercício político decisório e fiscalizatório da sociedade, participativa localmente e com fiéis representantes legislativos de suas autonomias regionais, contempladas, outrossim, com suas representações políticas eleitoralmente proporcionalizadas no parlamento nacional.
Um país forte não é conseqüência de um domínio territorial extenso ou de suas riquezas naturais, mas da repercussão direta da democratização do conhecimento, do amor ao trabalho, da sua poupança financeira, da criatividade liberalizada na Economia e na Educação, pelo livre investimento e vontade de seu povo.
Um país é forte não em simples decorrência do nível de escolaridade de sua população, mas da sua capacidade em transformar conhecimento em tecnologia, trabalho e na iniciativa para a produção de riquezas e de bem-estar social correspondentes, sem ingerências governamentais.
Um país é forte não por um destino manifestado, mas pela opção preferencial pela riqueza, através da cooperação individual em sociedade de confiança, nas responsabilidades em face dos desafios públicos e privados.
Um país é forte, e indestrutível em sua integridade, quando a cidadania agrega valor à individualidade do homem e da mulher, estimulados à civilidade e ao civismo, pelas influências morais e espirituais, geradas com naturalidade, movidas pelas necessidades de uma sociedade de confiança.
Um país é forte, quando seu Estado não é considerado um fim em si mesmo. Mostra ser judiciosamente potente, se o seu servidor público não detém privilégios legais além daqueles concedidos ao próprio Contribuinte, que sustenta o Estado.
Um país é forte, se tem sua soberania respeitada como resultado da dissuasão, promovida pela firme consciência nacional do seu estável padrão moral coletivo, assim reconhecido internacionalmente.
Um país é forte, quando utiliza seus valores culturais autênticos como base de sustentação da educação contínua de sua população, da infância à velhice.
Um país é forte, quando consegue edificar um Estado cujas leis políticas permitam a liberdade eleitoral e partidária plena, em quaisquer esferas políticas subnacionais. Torna-se cada vez mais forte e coeso, quando é governado apenas por autoridades eleitas pelo mérito reconhecido pelo público, com remunerações e prazos de mandato ratificados diretamente pelos eleitores.
Um país é forte, quando a descentralização política permite, ao poder central, tempo e recursos suficientes para exercer com eficiência suas competências estratégicas, aquelas de articulação interna, defesa, relações exteriores, moeda e justiça constitucional; as múltiplas e restantes competências devendo, naturalmente, ser atribuições dos níveis sempre mais próximos do cidadão e previstas as revisões periódicas das leis mediante referendos, consultas e plebiscitos universais.
Um país é forte, quando não tem preocupações em se tornar o mais rico e o mais poderoso do Mundo. A população de um país feliz e forte é dotada daquelas virtudes da educação contínua na democracia e na livre busca pessoal da felicidade, limitada pela moral pública e por um mínimo de leis justas, claras e precisas.
Um país torna-se cada vez mais forte, quando é imune às tentações de produzir mais caro aquilo que pode comprar dos outros com vantagens; mas ele será mais feliz se encontrar caminhos próprios e criativos de auto sustentação econômica, com um mínimo de tributação, pelo controle de endividamentos externos e internos, respeitando contratos e a propriedade privada, estimulando a conservação sempre aprimorada de seu Meio Ambiente, levando em consideração a história e a beleza das paisagens, sendo o Indivíduo e a Liberdade, os polos de suas melhores atenções.
(*) JORGE ERNESTO MACEDO GEISEL é advogado no Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.patria-sulista.org/index.php?option=com_content&task=view&id=115&Itemid=68
domingo, 21 de novembro de 2010
Winfield Scott Hancock

Winfield Scott Hancock (14 de Fevereiro, 1824 – 9 de Fevereiro, 1886) foi militar profissional dos EUA e candidato Partido Democrata dos EUA a presidente da república. Foi um dos mais destacados generais da União durante a Guerra De Secessão.
Winfield e o seu irmão gêmeo idêntico Hilary Baker Hancock nasceram em Montgomery Square, Pensilvânia. Em 1840, Winfield ingressou em West Point. Formou-se em 1844. Brevetado Segundo Tenente, foi designado para servir nos territórios indígenas, onde permaneceu até o início da Guerra Mexicano-Americana. Inicialmente, trabalhou como oficial de recrutamento em Kentucky, mas em 1847 consegui ser transferido para a frente de combate. Participou das batalhas de Contreras, Churubusco e Molino del Rey, sendo ferido em Churubusco e brevetado 1o. tenente pela coragem em combate. Participou ainda da expedição contra a milícia mórmon em Utah.
Em Setembro de 1861, com a irrupção da Guerra De Secessão, foi promovido a General de Brigada dos Voluntários. Tomou parte nas campanhas da Península e de Maryland. Em Sharpsburg, sucedeu o mortalmente ferido Israel Richardson como comandante da 1a. divisão do II Corpo do Exército de Potomac. Em Novembro de 1862 foi promovido a Major General. Lutou em Fredericksburg com distinção. Em Chancelorsville com elementos de três regimentos cobriu a frente inteira da sua divisão, enquanto o Exército de Potomac retirava-se através do Rio Rapahannock. A defesa contra pesados ataques confederados, executada em ordem aberta, foi considerada um exemplo clássico de operação defensiva.
Hancock chegou ao que se tornaria o campo de batalha de Gettysburg em 1 de Julho de 1863. Gal. Meade, comandante do Exército de Potomac concedeu lhe amplos poderes para organizar a defesa, o que foi realizado com grande habilidade. Ainda naquele dia, as tropas federais resistiram ao ataque des tropas de Richard Ewell no seu flanco direito. No dia seguinte, suas tropas debelaram uma tentativa de flanqueamento pela ala esquerda (Defesa de Little Round Top). No terceiro e último dia da batalha, o centro do Exército de Potomac, sob comando de Hancock, repeliu o famoso assalto da infantaria confederada sob James Longstreet, chamado de Pickett’s Charge. Lá recebeu um ferimento do qual jamais se recuperou totalmente. Pelo seu desempenho nessa batalha foram lhe dados agradecimentos do congresso , uma honra exepcional.
Winfield Hancock tomou parte importante na Campanha de Wilderness, lutando nas batalhas de Wildreness, Spotsylvania e Cold Harbor, entre outras. Em Spotsylvania, destacou-se na tomada do ponto de inflexão nas defesas confederadas conhecido como "Bloody Angle" (Ângulo Sangrento). Recebeu a promoção a Gal. de Brigada do Exército Regular. Em Novembro, uma abertura do seu antigo ferimento de Gettysburg afastou-no dos campos de Batalha até o fim da Guerra.
Testemunho de Ulysses Grant sobre Winfield Scott Hancock:
"Hancock representava uma das mais conspícuas personalidades entre os generais que não exerciam um comando separado. Comandou um corpo de exército por mais tempo do que qualquer outro, mas o seu nome jamais foi mencionado em conexão com qualquer erro em batalha pelo qual fosse responsável. Foi um homem de conspícua apresentação...Sua disposição genial deu-lhe amigos e a sua coragem pessoal e presença nos mais densos combates assegurou-lhe a confiança das suas tropas. Não importava quão duro era o combate, o II Corpo sempre sentia que seu comandante olhava por eles."
Em 1866 foi promovido a Major General do Exército Regular. Exerceu diversas funções no exército, sendo a última Comandante do Departamento Militar do Leste. Em 1880 foi nomeado candidato Democrata a Presidência, perdendo para James Garfield por uma das mais estreitas margens no voto popular de toda a história republicana. Morreu em 1886, em Governors Island, Nova Iorque.
sábado, 20 de novembro de 2010
Netto Perde Sua Alma


Netto Perde Sua Alma é um filme de 2001. É o primeiro filme dirigido por Tabajara Ruas e Beto Souza.
O roteiro é baseado no romance de Tabajara Ruas e adaptado por Fernando Marés de Souza, Lígia Walper, Beto Souza e Rogério Brasil Ferrari; a direção de fotografia é de Roberto Henkin; a direção de arte de Adriana Nascimento Borba; e a trilha sonora é de Celau Moreira. As locações foram realizadas no Rio Grande e no Uruguai, principalmente nos Pampas.
Antônio De Sousa Netto é um general que é ferido no combate na Guerra do Paraguai. Sua recuperação é no Hospital Militar de Corrientes, na Argentina. Lá ele percebe acontecimentos estranhos, como o capitão de Los Santos acusar o cirurgião de ter amputado suas pernas sem necessidade e reencontrar um antigo camarada, o sargento Caldeira, ex-escravo com quem lutou na Guerra dos Farrapos, ocorrida algumas décadas antes. Juntamente com Caldeira, Netto rememora suas participações na guerra e ainda o encontro com Milonga, jovem escravo que se alistara no Corpo de Lanceiros Negros, além do período em que viveu no exílio no Uruguai.
• Werner Schünemann .... general Netto
• Sirmar Antunes .... sargento Caldeira
• Anderson Simões .... Milonga
• Lisa Becker .... enfermeira Catarina
• João França .... capitão de Los Santos
• Laura Schneider .... Maria Escayola
• Márcia do Canto .... enfermeira Zubiaurre
• Arines Ibias .... Phillip Blood
• Fábio Neto .... embaixador
• Oscar Simch .... Ramires
• Nélson Diniz .... capitão Teixeira Nunes
• Letícia Liesenfeld .... Maria Luíza
• Araci Esteves .... sra. Guimarães
• Miguel Ramos .... padre Bandoleiro
Prêmios e indicações:
Festival de Gramado
• Ganhou quatro Kikitos de Ouro, nas categorias de melhor filme - júri popular, melhor montagem, melhor trilha sonora e prêmio especial do júri.
Festival de Brasília
• Venceu na categoria de melhor ator (Werner Schünemann).
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Chumbo Ardente

Tex e Kit Carson vão a uma pequena cidade, onde conhecem o xerife, um velho amigo da dupla, para arranjar um cavalo para Kit, o filho do ranger. Quando chegam lá, o xerife está em apuros, tentando evitar que Morgan Slattery, o "dono" da cidade (ele é responsável pelos principais negócios do local), enforque um homem que, em legítima defesa, matou um de seus capangas. Claro que os pards compram a briga, o que deixa toda a população amedrontada, pois Slattery usa todos os métodos possíveis para fazer vale a sua vontade, nem que isso signifique deixar uma trilha de corpos pelo caminho.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Nheco Vari Nheco Fum
Nheco Vari Nheco Fum
Gaúcho Da Fronteira
"...E esta história dum casamento que se deu lá pra Muçum, seu..."
Vou contar dum casamento que eu fui lá pra Muçum
Da comadre nheco nheco e o compadre varifum
Nasceu um guri bem lindo
O problema era só um
Dar um nome pra esse quera, sobrenome nheco fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
De uma cruza de aragano misturada com xirú
Nasceu um gaiteiro bueno pra tocar num sururu
Sapecava uma acordeona sem escutar o zum zum
Mas quando ele abria o peito
Só se ouvia nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
Este gaiteiro que eu falo é dos pagos de Vacaria
Em muito fandango bueno dancei ate vir o dia
Tocando e cantando assim ele arrumava guria
De tanto ouvi-lo cantar eu peguei a mesma mania
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
Gaúcho Da Fronteira
"...E esta história dum casamento que se deu lá pra Muçum, seu..."
Vou contar dum casamento que eu fui lá pra Muçum
Da comadre nheco nheco e o compadre varifum
Nasceu um guri bem lindo
O problema era só um
Dar um nome pra esse quera, sobrenome nheco fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
De uma cruza de aragano misturada com xirú
Nasceu um gaiteiro bueno pra tocar num sururu
Sapecava uma acordeona sem escutar o zum zum
Mas quando ele abria o peito
Só se ouvia nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
Este gaiteiro que eu falo é dos pagos de Vacaria
Em muito fandango bueno dancei ate vir o dia
Tocando e cantando assim ele arrumava guria
De tanto ouvi-lo cantar eu peguei a mesma mania
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
nheco, nheco vari, nheco nheco nheco fum
nheco, nheco vari vari vari vari fum
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Os Rebeldes De Cuba

O jovem Matt Picard, filho de um amigo de Montales que trabalha no Ministério da Guerra dos Estados Unidos, é sequestrado pelos seguidores de uma seita misteriosa que pratica o culto da Santeria. Montales pede a Tex para acompanhá-lo a Cuba numa missão delicada e difícil, oficialmente não-autorizada: deverão pedir ajuda à resistência cubana, que combate uma guerra desesperada contra o impiedoso exército espanhol, para chegar à região selvagem onde o ambicioso e louco Rayado, que acredita ser a encarnação do deus Xangô, mantém o menino prisioneiro. Mas Tex e Montales, confundidos com espiões, serão forçados a se envolver na guerra de libertação.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Epopéia Farroupilha

Epopéia Farroupilha
Elton Saldanha
Retumba um bater de cascos, por planícies e coxilhas
É o meu Rio Grande do Sul que amanheceu Farroupilha
Na frente Bento Gonçalves com sua aura de bravos
Vem libertar esse povo que não quer mais ser escravo.
É Canabarro e Souza Neto
O Rio Grande é um coração, defendido com afeto
Esta horta varonil, de farrapos a pobreza
Vem lá do sul do Brasil, pra lutar contra a nobreza
Vamo de a cavalo indiada, chapéu tapeado bandeira na mão
Já esta chegando à hora da gente defender esse rincão
Viva, viva, viva o meu Rio Grande, Viva a Revolução.
Toca, toca, toca esse clarim
Toca pra se ouvir pelas coxilhas
Toca, toca, toca esse clarim
Amanheceu a epopéia farroupilha
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Os Rebeldes Do Canadá


Dois primos – Roger e Pierre Goudret, o primeiro pastor, e o segundo matador – fomentam rebeliões supostamente nacionalistas no sul do Canadá, na fronteira com os Estados Unidos. As populações de origem francesa que habitam aquelas regiões procuram, a bem da verdade, se libertar do sufocante domínio britânico. Nos rastros dos dois Goudret, Tex e Jim Brandon se unem a uma divisão de casacas-vermelhas, que cai numa emboscada armada pelos rebeldes em um desfiladeiro.
domingo, 14 de novembro de 2010
A Proclamação da República Rio-grandense
A Proclamação da República Riograndense
12 de setembro de 2008
Por Darci Brondani *
Para nós gaúchos separatistas, dia 11 de setembro é uma data importante, comemora-se a proclamação da republica Rio Grandense. Após um ano de ''revolução'', os Farroupilhas entusiasmados pela vitória da batalha do Seival contra os brasileiros do Império Carioca de Pedro II, resolvem proclamar a independência do Rio Grande, como a única solução cabível.
O Coronel Antônio Fonseca de Souza Neto, a frente dos seus comandados fez a seguinte proclamação: "Camaradas! Nós que compomos a 1ª Brigada do Exército Liberal devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos a independência desta Província, a qual fica desligada das demais do Império, e forma um estado livre independente, com o titulo de republica Rio Grandense, e cujo manifesto ás nações civilizadas e fará competentemente!
Camaradas! Gritemos pela primeira vez: VIVA A REPUBLICA RIO GRANDENSE! VIVA O EXÉRCITO REPUBLICANO RIO GRANDENSE!"
Campos dos Meneses, 11 de setembro de 1836, Coronel Antônio Fonseca de Souza Neto.
Esse é pequeno trecho da Proclamação da Republica Rio Grandense, ocorrida no memorável 11 de setembro de 1836. Descendente de basco o General Neto, como era conhecido tinha alta estatura e cavalgava muito bem. A palavra Neto, que ele assimilou junto a seu nome, foi um apelido dado pelo seu avô. Na época da proclamação Neto tinha 35 anos de idade. Para a nova capital foi escolhida a cidade Piratini, recebendo ela o titulo de: "mui leal e patriótica".
A bandeira Rio Grandense foi criada pelo decreto de 12 de novembro de 1836, era quadrada. Foi criado também por decreto o Tope Nacional, com as mesmas três cores.
No dia 6 de novembro de 1836, data da posse do primeiro presidente da Republica Rio Grandense, após solenidade, houve uma missa na igreja de Piratini. Já neste dia, portanto 6 dias antes de assinar o decreto, a gloriosa bandeira Republicana foi desfraldada pela primeira vez nos braços de Joaquim Teixeira Nunes, que mais tarde seria um dos comandantes dos Lanceiros Negros. Criou-se logo a seguir os ministérios, câmara, o exército regular, escolas públicas, etc. Santa Maria ganhou sua primeira escola publica. Parece que Santa Maria já estava predestinada a ser um grande centro educacional. Então, aquela afirmação feita seguidamente por socialistas canhotos e comunistas de que "a revolução farroupilha" era um movimento de fazendeiros e latifundiários descontentes que não queriam pagar impostos ao Império é falsa.
O brasão da Republica, foi desenhado pela Maçonaria, que naquela época apoiava o movimento separatista do Rio Grande. Segundo eles, tais símbolos e alegorias tinham um significado. Durante a revolução federalista com a propaganda da republicana da época, fizeram eles modificações no brasão e o colocaram na bandeira atual, também chamada de falsa bandeira, pelos separatistas. O Hino Nacional Rio Grandense foi feito mais tarde, após a batalha de Barro Vermelho, em Rio Pardo.
Após a proclamação, a luta passou a ser separatista, que durou quase 10 anos. O MTG (movimento tradicionalista gaúcho) adotou o dia 20 de setembro como festa máxima do Rio Grande. Para nós separatistas a data mais importante é dia 11 de setembro. Os tradicionalistas (que não são separatistas, na maioria) adotaram o dia 20, pois neste dia não aconteceu nada de importante, e isto os coloca "em cima do muro". É o dia do gaúcho e do folclore da terra.
(*) DARCI M. BRONDANI é representante do Movimento O Sul é o Meu País em Santa Maria-RS
12 de setembro de 2008
Por Darci Brondani *
Para nós gaúchos separatistas, dia 11 de setembro é uma data importante, comemora-se a proclamação da republica Rio Grandense. Após um ano de ''revolução'', os Farroupilhas entusiasmados pela vitória da batalha do Seival contra os brasileiros do Império Carioca de Pedro II, resolvem proclamar a independência do Rio Grande, como a única solução cabível.
O Coronel Antônio Fonseca de Souza Neto, a frente dos seus comandados fez a seguinte proclamação: "Camaradas! Nós que compomos a 1ª Brigada do Exército Liberal devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos a independência desta Província, a qual fica desligada das demais do Império, e forma um estado livre independente, com o titulo de republica Rio Grandense, e cujo manifesto ás nações civilizadas e fará competentemente!
Camaradas! Gritemos pela primeira vez: VIVA A REPUBLICA RIO GRANDENSE! VIVA O EXÉRCITO REPUBLICANO RIO GRANDENSE!"
Campos dos Meneses, 11 de setembro de 1836, Coronel Antônio Fonseca de Souza Neto.
Esse é pequeno trecho da Proclamação da Republica Rio Grandense, ocorrida no memorável 11 de setembro de 1836. Descendente de basco o General Neto, como era conhecido tinha alta estatura e cavalgava muito bem. A palavra Neto, que ele assimilou junto a seu nome, foi um apelido dado pelo seu avô. Na época da proclamação Neto tinha 35 anos de idade. Para a nova capital foi escolhida a cidade Piratini, recebendo ela o titulo de: "mui leal e patriótica".
A bandeira Rio Grandense foi criada pelo decreto de 12 de novembro de 1836, era quadrada. Foi criado também por decreto o Tope Nacional, com as mesmas três cores.
No dia 6 de novembro de 1836, data da posse do primeiro presidente da Republica Rio Grandense, após solenidade, houve uma missa na igreja de Piratini. Já neste dia, portanto 6 dias antes de assinar o decreto, a gloriosa bandeira Republicana foi desfraldada pela primeira vez nos braços de Joaquim Teixeira Nunes, que mais tarde seria um dos comandantes dos Lanceiros Negros. Criou-se logo a seguir os ministérios, câmara, o exército regular, escolas públicas, etc. Santa Maria ganhou sua primeira escola publica. Parece que Santa Maria já estava predestinada a ser um grande centro educacional. Então, aquela afirmação feita seguidamente por socialistas canhotos e comunistas de que "a revolução farroupilha" era um movimento de fazendeiros e latifundiários descontentes que não queriam pagar impostos ao Império é falsa.
O brasão da Republica, foi desenhado pela Maçonaria, que naquela época apoiava o movimento separatista do Rio Grande. Segundo eles, tais símbolos e alegorias tinham um significado. Durante a revolução federalista com a propaganda da republicana da época, fizeram eles modificações no brasão e o colocaram na bandeira atual, também chamada de falsa bandeira, pelos separatistas. O Hino Nacional Rio Grandense foi feito mais tarde, após a batalha de Barro Vermelho, em Rio Pardo.
Após a proclamação, a luta passou a ser separatista, que durou quase 10 anos. O MTG (movimento tradicionalista gaúcho) adotou o dia 20 de setembro como festa máxima do Rio Grande. Para nós separatistas a data mais importante é dia 11 de setembro. Os tradicionalistas (que não são separatistas, na maioria) adotaram o dia 20, pois neste dia não aconteceu nada de importante, e isto os coloca "em cima do muro". É o dia do gaúcho e do folclore da terra.
(*) DARCI M. BRONDANI é representante do Movimento O Sul é o Meu País em Santa Maria-RS
sábado, 13 de novembro de 2010
Os Dois Rivais
Nogales. Kit Willer salva a bela mexicana Manuela Montoya de ser atropelada por uma manada de gado estourada... e entre os dois nasce um romance. Mas Don Carlos, o pai da garota, não tem interesse que ela se envolva com um mestiço, preferindo que a moça case com o rico fazendeiro dom Pedro Cortez. Neste ponto entram em cena Tex e Carson, com o propósito de evitar que o preconceito do pai de Manuela possa ferir os sentimentos do jovem Willer. Só que Cortez revela-se imensamente ciumento e, rejeitado por causa de Pequeno Falcão, prepara um sequestro forjado de Manuela para entrar em cena como seu herói libertador, tudo com o propósito de ter de volta o seu grande amor.
O poderoso Don Pedro Cortez, idealizador do falso sequestro de Manuela Montoya, sofre uma enorme lição dos pards diante de sua amada: o vexame é tal que ao covarde só resta a fuga.
O poderoso Don Pedro Cortez, idealizador do falso sequestro de Manuela Montoya, sofre uma enorme lição dos pards diante de sua amada: o vexame é tal que ao covarde só resta a fuga.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Bailanta Do Tio Flor
Bailanta Do Tio Flor
Elton Saldanha
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Miro no espelho lá na cacimba
Firmo o cabelo na brilhantina
Vou me benzer na água benta da cantina
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Bombacha nova par de botas de pelica
Tomo uma pura só pra ver como é que fica
Sou cantador de flor que não se achica
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Ouço de longe um sapucai
São os taipeiros das barrancas do Uruguai
E a gaita velha num faz que vai mas não vai
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
De relancina maneio um olhar fujão
E desempenho na polca de relação
Quero prosear com a filha do patrão
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Elton Saldanha
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Miro no espelho lá na cacimba
Firmo o cabelo na brilhantina
Vou me benzer na água benta da cantina
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Bombacha nova par de botas de pelica
Tomo uma pura só pra ver como é que fica
Sou cantador de flor que não se achica
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Ouço de longe um sapucai
São os taipeiros das barrancas do Uruguai
E a gaita velha num faz que vai mas não vai
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
De relancina maneio um olhar fujão
E desempenho na polca de relação
Quero prosear com a filha do patrão
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
Vamos embora ver onde chora o cantor
O pó levanta na bailanta do tio flor
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
A Revolta Dos Cheyennes

Alguns especuladores querem que a ferrovia atravesse os altiplanos do Colorado, provocando assim a revolta dos belicosos Cheyennes que tem a reserva exatamente naquela área geográfica. Aos desonestos planos dos fazendeiros, capitaneados pelo sinistro Jack Braden e pelo agente indígena West Turbin, apoiados também pelo chefe rebelde Pata de Corvo, se opõem Tex e Carson. Para apagar o pavio de uma situação potencialmente explosiva, os Rangers confiam muito na sabedoria de Cervo Vermelho, sakem dos Cheyennes.
Na segunda parte da história, Cervo Vermelho, com sua intervenção, salva a pele de Tex e Carson, em fuga dos homens de Pata de Corvo. Os rebeldes Cheyenne são exaltados pelos mais jovens que, incitados pelo agente indígena West Turbin, sonham lutar contra os jaquetas azuis e derrotá-los. Para buscar restabelecer a paz no Colorado, Tex, nas vestes de Águia da Noite, chefe dos Navajo, participa do Grande Conselho dos chefes indígenas, mas não será fácil evitar que as tribos trilhem novamente o caminho da guerra.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Outro Baile Na Serra
Outro baile da Serra
Porca Véia
Amigo Adelar Bertussi hoje eu vou te contar
Deu outro baile lá na Serra que eu empreitei pra tocar
Tinha morena bonita e o meu irmão tava lá
Mas o gaiteiro era eu e desta vez não fui dançar
Tinha gaiteiro e ginete, laçador de todo laço
Prenda bonita sobrava e eu firme no compasso
Meu irmão viu a morena e também quis apertar
Mas o velho pai da moça resolveu de não deixar
Nem chegou a meia noite já se deu o reboliço
Eu que tocava enfezado não me meti no enguiço
Quebraram mais de dez bancos brigaram mais de uma hora
Meu irmão tava no pau e eu me bandeei a campo fora
O fandango terminou por causa do meu irmão
Que é um índio bagunceiro desde os tempos do Fontão
Eu peguei minha cordeona me bandeei pra minha terra
Mas nunca mais vou esquecer deste outro baile da Serra
Porca Véia
Amigo Adelar Bertussi hoje eu vou te contar
Deu outro baile lá na Serra que eu empreitei pra tocar
Tinha morena bonita e o meu irmão tava lá
Mas o gaiteiro era eu e desta vez não fui dançar
Tinha gaiteiro e ginete, laçador de todo laço
Prenda bonita sobrava e eu firme no compasso
Meu irmão viu a morena e também quis apertar
Mas o velho pai da moça resolveu de não deixar
Nem chegou a meia noite já se deu o reboliço
Eu que tocava enfezado não me meti no enguiço
Quebraram mais de dez bancos brigaram mais de uma hora
Meu irmão tava no pau e eu me bandeei a campo fora
O fandango terminou por causa do meu irmão
Que é um índio bagunceiro desde os tempos do Fontão
Eu peguei minha cordeona me bandeei pra minha terra
Mas nunca mais vou esquecer deste outro baile da Serra
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Terror Das Profundezas
O medo ronda os Montes Sacramento. Misteriosos desaparecimentos de mineiros atribuídos a uma horrenda criatura chamada de Grande Serpente, no povoado de Bendito, provocam caos e morte. Desviados de sua rota devido a uma tempestade de areia, Tex e Carson encontram por acaso um grupo de mineiros que fugiam da região e decidem desvendar o mistério. Porém, à medida que avançam nas investigações, ambos começam a desconfiar que tudo pode ser uma armação de alguém para fazer com que os mineiros abandonem a região e deixem para trás as ricas concessões para exploração da mina de ouro.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Preciso Levar-Te Comigo
Preciso Levar-Te Comigo
Os Bertussi
Composição: Fioravante Bertussi
Sou um homem que vive nos campos
Trabalhando pois sou lavrador
Mas eu não sou infeliz
Pois eu tenho um grande amor
Tenho alguém que suspira e me espera
Mora nesta cidade vizinha
Ela é linda, ela é bela e me adora
Ela é minha namoradinha
Hoje eu vim e implorar teus carinhos
Hoje eu vim falar sério contigo
Eu não posso mais viver sozinho
Eu preciso levar-te comigo
Os Bertussi
Composição: Fioravante Bertussi
Sou um homem que vive nos campos
Trabalhando pois sou lavrador
Mas eu não sou infeliz
Pois eu tenho um grande amor
Tenho alguém que suspira e me espera
Mora nesta cidade vizinha
Ela é linda, ela é bela e me adora
Ela é minha namoradinha
Hoje eu vim e implorar teus carinhos
Hoje eu vim falar sério contigo
Eu não posso mais viver sozinho
Eu preciso levar-te comigo
domingo, 7 de novembro de 2010
William Surrey Hart
William Surrey Hart (Newburgh, Nova Iorque, EUA, 6 de dezembro de 1865 – Los Angeles, Califórnia, EUA, 23 de junho de 1946) foi um ator estadunidense, conhecido pelos seus papéis de cowboy em inúmeros filmes do gênero western.
Filho de Nicholas e Roseanna Hart, William conviveu, em sua infância, com índios Minneconjou e Sioux, devido ao trabalho de seu pai, que instalava maquinaria para moinhos nas regiões de Illinois, Iowa, Minnesota, Wisconsin e Dakota. Aprendeu a cavalgar, nadar, lavrar a terra, tratar de animais. Freqüentou a escola pública em West Farms, logo a abandonando para trabalhar nos correios locais.
Hart estreou no teatro aos 23 anos, participando de várias companhias teatrais. Trabalhou nas peças Ben-Hur, Squaw Man, The Virginian, The Barrier, The Hold-Up, The Trail of the Lonesome Pine, Moonshine.
Hart escreveu também alguns livros, entre eles sua autobiografia, My Life East and West.
Thomas Ince, seu amigo da época do teatro e supervisor da New York Motion Picture, sediada na Califórnia, deu-lhe uma chance no cinema, com o papel de vilão em dois western curtos. Posteriormente, fez o papel principal em "The Bargain" e "On the Night Stage", ambos de 1914, sob a direção de Reginald Barker.
Hart mudou-se para Los Angeles, e trabalhou em 18 filmes de western para a New York Motion Picture, entre eles "O Lobo Ferido" (The Darkening Trail). Em 1915, juntou-se a Mack Sennett, Harry Altken e D. W. Griffith, fundando com eles a Triangle Film Corporation. Na Triangle, Hart fez 17 filmes de western, com destaque para "Terra do Inferno" (Hells Hinges) e "Serás Minha Escrava" (The Aryan), ambos em 1916.
Em 1917, Hart foi, com Thomas Ince, para a Famous Players. Seguiram-se 25 filmes, muitos sob a direção de Lambert Hillyer. William Hart foi o diretor da maioria dos filmes que estrelou. Aos 56 anos, casou-se com Winifred Westover, que trabalhara com ele em "Um Amigo Precisoso" ou "João das Saias" (John Petticoats), de 1919, mas se separaram antes do nascimento do primeiro filho, William Hart, Jr., em 1922.
Hart deixou a Famous Players, indo para a United Artists, onde ficaria até fazer, em 1925, seu último filme, "O Rei do Deserto" (Tumbleweeds).
Retirou-se das telas, tendo sido, posteriormente, convidado especial em "Fazendo Fitas" (Show People), de King Vidor, em 1928, além de dois "Instantâneos de Hollywood" (Screen Snapshots), da Columbia. Em 1939, "O Rei do Deserto" foi relançado pela Astor Pictures, com música, efeitos sonoros e um prólogo de oito minutos.
Hart faleceu em Los Angeles, e está enterrado no Greenwood Cemetery, no Brooklyn, em Nova Iorque. Doou sua propriedade ao Los Angeles County, para servir como centro de recreação, assim justificando: "Enquanto estava fazendo filmes, os fãs me deram os seus níqueis e centavos. Quando partir para sempre, quero que fiquem com o meu lar".
Filmografia:
New York Motion Picture:
1914
• His Hour of Manhood – Dir. Thomas Chatterton
• Jim Cameron’s Wife – Dir. Thomas Chatterton
• The Bargain – Dir. Reginald Barker
• On the Night Stage – Dir. Reginald Barker
• The Passing of Two-Gun Hicks/ Taming the Four Flusher (O Convertido) – Dir. William S. Hart
• In the Sage Brush Country/ Mr. Nobody (Sr. Ninguém) – Dir: William S. Hart
1915
(Todos os filmes de 1915 foram dirigidos pelo próprio William S. Hart)
• The Scourge of the Desert/ A Reformed Outlaw (Bandido Regenerado)
• Mr. Silent Haskins/ The Marked Deck/ Dealing for Daisy/ His Royal Flush/ Man Against Man (Coração de Bandido)
• The Sheriff’s Streak a Yellow
• The Grudge/ The Haters
• The Roughneck/ The Gentlemen from Blue Guich
• The Taking of Luke McVane/ The Fugitive (O Fugitivo)
• The Man from Nowhere/ The Silent Stranger/ His Duty
• Bad Buck of Santa Inez/ The Bad Man/ Revolver Bill/ A Desperate Chance
• The Darkening Trail/ Hell Hound of Alaska (O Lobo Ferido)
• The Conversion of Frosty Blake/ The Convert/ Staking His Life
• Tools of Providence/ Dakota Dan/ Every Inch a Man/ The Struggle in the Steeple
• Cash Parrish’s Gal/ Double Crossed
• The Ruse/ A Square Deal/ Square Deal Man
• Pinto Ben/ Horns and Hoofs
• Keno Bates Liar/ The Last Card
• A Knight of the Trails/ Prowlers of the Plains (O Garimpeiro)
Triangle:
1915
• The Disciple (Suprema Revolta)
• Between Men (Prélio de Gigantes)
1916
• Hell’s Hinges (Terra do Inferno)
• The Aryan (Serás Minha Escrava)
• The Primal Lure (Vindita de Amor)
• The Apostle of Vengeance
• The Captive God (Deus Cativo)
• The Dawn Maker (Aurora Nova)
• The Return of Draw Egan/ The Fugitive (Algemas do Passado)
• The Patriot (Coração de Guerreiro)
• The Devil’s Doublé (Satanás na Terra)
• Truthful Tulliver (Apóstolo Moderno)
• The Gun Fighter (Terra de Sangue)
• The Square Deal Man (Rumo Novo)
1917
• The Desert Man (O Homem do Deserto)
• Wolf Lowry (Amor de Lobo)
• The Cold Deck (Trunfo é Pau/ Braço Forte)
Produção de William S. Hart/ Paramount- Artcraft:
1917
• The Narrow Trail (Meu Cavalo Malhado) – Dir. Lambert Hillyer
• The Silent Man (Braço de Ferro) – Dir. Wiliiam S. Hart
1918
• Wolves of the Rail (Lobos da Estrada)
• Blue Blazes Rawden (Vitória e Derrota)
• The Tiger Man (O Homem Tigre)
• Selfish Yates (Eu Acima de Tudo)
• Shark Monroe (O Inimigo Amado)
• Riddle Gawne (A Lei da Compensação). Com Lon Chaney.
• The Border Wireless
• Branding Broadway (Afronta Injusta)
1919
• Breed of Man (O Homem do Povo)
• The Popy Girl’s Husband (Minha Adoração)
• The Money Corral (Fados Adversos)
• Square Deal Sanderson (Justo Prestígio)
• Wagon Tracks (Missão de Vingança)
• John Petticoats (João das Saias/ Um Amigo precioso) – Dir. Lambert Hillyer
• Sand (Amizade Indissolúvel)
1920
• The Toll Gate (Quero Morrer Lutando) – Dir. Lambert Hillyer
• The Cradle of Courage (Batismo de Fogo) – Dir. Lambert Hillyer
• The Testing Block (Mãos Poderosas) – Dir. Lambert Hillyer
• O’Malley of the Mounted (Martírio) – Dir. Lambert Hillyer
1921
• The Whistle (O Apito) – Dir. Lambert Hillyer
• White Oak (O Corajoso) – Dir. Lambert Hillyer
• Travelin’on (Meu Cavalo Fiel) – Dir. Lambert Hillyer
• Three Word Brand (O Homem das Três Palavras) – Dir. Lambert Hillyer
Famous Players- Lasky/ Paramount- Artcraft:
1923
• Wild Bill Hickock (Beijos que Torturam) – Dir. Clifford S. Smith.
Prod. William S. Hart/ Paramount:
1924
• Singer Jim McKee (Coragem, Crença e Afeições) – Dir. Clifford S. Smith
Prod. William S. Hart/ United Artists:
1925
• Tumbleweeds (O Rei do Deserto) – Dir. King Baggot
Filho de Nicholas e Roseanna Hart, William conviveu, em sua infância, com índios Minneconjou e Sioux, devido ao trabalho de seu pai, que instalava maquinaria para moinhos nas regiões de Illinois, Iowa, Minnesota, Wisconsin e Dakota. Aprendeu a cavalgar, nadar, lavrar a terra, tratar de animais. Freqüentou a escola pública em West Farms, logo a abandonando para trabalhar nos correios locais.
Hart estreou no teatro aos 23 anos, participando de várias companhias teatrais. Trabalhou nas peças Ben-Hur, Squaw Man, The Virginian, The Barrier, The Hold-Up, The Trail of the Lonesome Pine, Moonshine.
Hart escreveu também alguns livros, entre eles sua autobiografia, My Life East and West.
Thomas Ince, seu amigo da época do teatro e supervisor da New York Motion Picture, sediada na Califórnia, deu-lhe uma chance no cinema, com o papel de vilão em dois western curtos. Posteriormente, fez o papel principal em "The Bargain" e "On the Night Stage", ambos de 1914, sob a direção de Reginald Barker.
Hart mudou-se para Los Angeles, e trabalhou em 18 filmes de western para a New York Motion Picture, entre eles "O Lobo Ferido" (The Darkening Trail). Em 1915, juntou-se a Mack Sennett, Harry Altken e D. W. Griffith, fundando com eles a Triangle Film Corporation. Na Triangle, Hart fez 17 filmes de western, com destaque para "Terra do Inferno" (Hells Hinges) e "Serás Minha Escrava" (The Aryan), ambos em 1916.
Em 1917, Hart foi, com Thomas Ince, para a Famous Players. Seguiram-se 25 filmes, muitos sob a direção de Lambert Hillyer. William Hart foi o diretor da maioria dos filmes que estrelou. Aos 56 anos, casou-se com Winifred Westover, que trabalhara com ele em "Um Amigo Precisoso" ou "João das Saias" (John Petticoats), de 1919, mas se separaram antes do nascimento do primeiro filho, William Hart, Jr., em 1922.
Hart deixou a Famous Players, indo para a United Artists, onde ficaria até fazer, em 1925, seu último filme, "O Rei do Deserto" (Tumbleweeds).
Retirou-se das telas, tendo sido, posteriormente, convidado especial em "Fazendo Fitas" (Show People), de King Vidor, em 1928, além de dois "Instantâneos de Hollywood" (Screen Snapshots), da Columbia. Em 1939, "O Rei do Deserto" foi relançado pela Astor Pictures, com música, efeitos sonoros e um prólogo de oito minutos.
Hart faleceu em Los Angeles, e está enterrado no Greenwood Cemetery, no Brooklyn, em Nova Iorque. Doou sua propriedade ao Los Angeles County, para servir como centro de recreação, assim justificando: "Enquanto estava fazendo filmes, os fãs me deram os seus níqueis e centavos. Quando partir para sempre, quero que fiquem com o meu lar".
Filmografia:
New York Motion Picture:
1914
• His Hour of Manhood – Dir. Thomas Chatterton
• Jim Cameron’s Wife – Dir. Thomas Chatterton
• The Bargain – Dir. Reginald Barker
• On the Night Stage – Dir. Reginald Barker
• The Passing of Two-Gun Hicks/ Taming the Four Flusher (O Convertido) – Dir. William S. Hart
• In the Sage Brush Country/ Mr. Nobody (Sr. Ninguém) – Dir: William S. Hart
1915
(Todos os filmes de 1915 foram dirigidos pelo próprio William S. Hart)
• The Scourge of the Desert/ A Reformed Outlaw (Bandido Regenerado)
• Mr. Silent Haskins/ The Marked Deck/ Dealing for Daisy/ His Royal Flush/ Man Against Man (Coração de Bandido)
• The Sheriff’s Streak a Yellow
• The Grudge/ The Haters
• The Roughneck/ The Gentlemen from Blue Guich
• The Taking of Luke McVane/ The Fugitive (O Fugitivo)
• The Man from Nowhere/ The Silent Stranger/ His Duty
• Bad Buck of Santa Inez/ The Bad Man/ Revolver Bill/ A Desperate Chance
• The Darkening Trail/ Hell Hound of Alaska (O Lobo Ferido)
• The Conversion of Frosty Blake/ The Convert/ Staking His Life
• Tools of Providence/ Dakota Dan/ Every Inch a Man/ The Struggle in the Steeple
• Cash Parrish’s Gal/ Double Crossed
• The Ruse/ A Square Deal/ Square Deal Man
• Pinto Ben/ Horns and Hoofs
• Keno Bates Liar/ The Last Card
• A Knight of the Trails/ Prowlers of the Plains (O Garimpeiro)
Triangle:
1915
• The Disciple (Suprema Revolta)
• Between Men (Prélio de Gigantes)
1916
• Hell’s Hinges (Terra do Inferno)
• The Aryan (Serás Minha Escrava)
• The Primal Lure (Vindita de Amor)
• The Apostle of Vengeance
• The Captive God (Deus Cativo)
• The Dawn Maker (Aurora Nova)
• The Return of Draw Egan/ The Fugitive (Algemas do Passado)
• The Patriot (Coração de Guerreiro)
• The Devil’s Doublé (Satanás na Terra)
• Truthful Tulliver (Apóstolo Moderno)
• The Gun Fighter (Terra de Sangue)
• The Square Deal Man (Rumo Novo)
1917
• The Desert Man (O Homem do Deserto)
• Wolf Lowry (Amor de Lobo)
• The Cold Deck (Trunfo é Pau/ Braço Forte)
Produção de William S. Hart/ Paramount- Artcraft:
1917
• The Narrow Trail (Meu Cavalo Malhado) – Dir. Lambert Hillyer
• The Silent Man (Braço de Ferro) – Dir. Wiliiam S. Hart
1918
• Wolves of the Rail (Lobos da Estrada)
• Blue Blazes Rawden (Vitória e Derrota)
• The Tiger Man (O Homem Tigre)
• Selfish Yates (Eu Acima de Tudo)
• Shark Monroe (O Inimigo Amado)
• Riddle Gawne (A Lei da Compensação). Com Lon Chaney.
• The Border Wireless
• Branding Broadway (Afronta Injusta)
1919
• Breed of Man (O Homem do Povo)
• The Popy Girl’s Husband (Minha Adoração)
• The Money Corral (Fados Adversos)
• Square Deal Sanderson (Justo Prestígio)
• Wagon Tracks (Missão de Vingança)
• John Petticoats (João das Saias/ Um Amigo precioso) – Dir. Lambert Hillyer
• Sand (Amizade Indissolúvel)
1920
• The Toll Gate (Quero Morrer Lutando) – Dir. Lambert Hillyer
• The Cradle of Courage (Batismo de Fogo) – Dir. Lambert Hillyer
• The Testing Block (Mãos Poderosas) – Dir. Lambert Hillyer
• O’Malley of the Mounted (Martírio) – Dir. Lambert Hillyer
1921
• The Whistle (O Apito) – Dir. Lambert Hillyer
• White Oak (O Corajoso) – Dir. Lambert Hillyer
• Travelin’on (Meu Cavalo Fiel) – Dir. Lambert Hillyer
• Three Word Brand (O Homem das Três Palavras) – Dir. Lambert Hillyer
Famous Players- Lasky/ Paramount- Artcraft:
1923
• Wild Bill Hickock (Beijos que Torturam) – Dir. Clifford S. Smith.
Prod. William S. Hart/ Paramount:
1924
• Singer Jim McKee (Coragem, Crença e Afeições) – Dir. Clifford S. Smith
Prod. William S. Hart/ United Artists:
1925
• Tumbleweeds (O Rei do Deserto) – Dir. King Baggot
sábado, 6 de novembro de 2010
Meu Tango Triste
Meu Tango Triste
Teixeirinha
Quando ouvires o meu tango triste
Pare e pense um pouquinho em mim
Eu sei que ainda no teu peito existe
Uma saudade que não tem mais fim
Sei que é boêmia a vida que levas
E que tu choras muito arrependida
Que digo eu que hoje pareço trevas
Que não tem vida mais prá tua vida
A liberdade que me pediste
Tu tens ela agora
Só que perdeste
Aquele santo nome de senhora
Teu coração
Está saindo de dentro prá fora
O mesmo aqui acontece comigo
Sonho que estou abraçado contigo
Meu coração também lamenta e chora
Não voltes nunca meu amor te peço
Desculpe agora te chamei de amor
Talvez com pena do teu insucesso
Eu fui sincero com a minha dor
Agora é tarde prá recomeçar
Um grande amor que entre nós viveu
Nossa desgraça vai continuar
Que me parece este amor não morreu
Talvez um dia
Nos encontremos na mesma calçada
E neste tempo
Prá nós a honra não valer mais nada
Darei a mão
E seguiremos junto a mesma estrada
Despedaçados já no fim da vida
Pedindo a deus que ele nos dê guarida
Prá duas almas de um vida errada.
Teixeirinha
Quando ouvires o meu tango triste
Pare e pense um pouquinho em mim
Eu sei que ainda no teu peito existe
Uma saudade que não tem mais fim
Sei que é boêmia a vida que levas
E que tu choras muito arrependida
Que digo eu que hoje pareço trevas
Que não tem vida mais prá tua vida
A liberdade que me pediste
Tu tens ela agora
Só que perdeste
Aquele santo nome de senhora
Teu coração
Está saindo de dentro prá fora
O mesmo aqui acontece comigo
Sonho que estou abraçado contigo
Meu coração também lamenta e chora
Não voltes nunca meu amor te peço
Desculpe agora te chamei de amor
Talvez com pena do teu insucesso
Eu fui sincero com a minha dor
Agora é tarde prá recomeçar
Um grande amor que entre nós viveu
Nossa desgraça vai continuar
Que me parece este amor não morreu
Talvez um dia
Nos encontremos na mesma calçada
E neste tempo
Prá nós a honra não valer mais nada
Darei a mão
E seguiremos junto a mesma estrada
Despedaçados já no fim da vida
Pedindo a deus que ele nos dê guarida
Prá duas almas de um vida errada.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
El Muerto
Esta aventura começa com Jack Tigre e um navajo levando um fornecimento de alimentos e cobertores para a aldeia, quando se deparam com um grupo acampado no meio do caminho. Estes oferecem hospitalidade, mas era uma armadilha, rapidamente demonstram a sua verdadeira intenção, porque dominam Jack Tigre e matam o outro navajo.
Jack Tigre toma uma enorme surra dos bandidos, que pedem ao navajo para que avise Tex Willer de que El Muerto estará esperando pelo ranger no cemitério de Pueblo feliz, para se confrontarem num duelo.
Várias horas depois, muito machucado, Tigre finalmente chega à aldeia e conta ao Tex o que ocorreu. Surpreso, Tex vai até a cidade esperar o seu filho que estava chegando em uma diligência, mas lá descobre que ela foi atacada e que tanto o homem da escolta quanto seu filho Kit estão feridos.
O condutor da diligência conta para Tex e para o xerife Jim que assim que a diligência chegou em um barraco à beira de estrada, eles foram atacados por El Muerto e seus capangas. E este El Muerto mandara um recado a TEX, que o estaria esperando para um duelo no cemitério de Pueblo Feliz.
Tex decide partir sozinho para o dito local do duelo. No caminho, na cidade de Sunsetville, Tex pede informações de El Muerto para o xerife Larkham. Logo depois, Tex vai para um hotel, mas assim que acaba seu banho, ouve tiros e descobre que o xerife Larkham fora assassinado justamente pelo tal El Muerto, que acompanhado de alguns bandidos, estava num saloon naquele momento.
Decidido a terminar logo com aquela comédia, Tex vai ao saloon e consegue render os bandidos, mas El Muerto é astuto e num movimento errado do barman, o faz de refém, obrigando Tex a depor as armas.
Com isso os bandidos conseguem fugir. Não demora e Tex parte com um cidadão da cidade em busca do refém, que fora abandonado logo na saída da cidade. Então o acompanhante de Tex volta com o barman e o ranger parte sozinho na pista dos bandidos.
Mas antes de chegar a Pueblo Feliz, Tex é recebido a tiros numa emboscada, sendo pego de surpresa por um dos inimigos. Mas justamente nesta hora brilha a boa estrela de Tex e eis que aparece Jack Tigre, que liquida rapidamente o bandido.
Em pouco tempo eles matam os bandidos que estavam de tocaia e descobrem que a emboscada não teve nada a ver com El Muerto e sim fora uma iniciativa dos homens recrutados do mesmo que àquela altura já haviam sido dispensados pelo bandido mexicano.
Os acontecimentos se precipitam. Tex e Tigre chegam em Pueblo Feliz e lá eles encontram um antigo morado da cidade, o qual diz que El Muerto está no cemitério à espera de Tex. Disposto a acabar logo com aquele drama, Tex vai imediatamente ao cemitério, onde encontra El Muerto e onde finalmente fica sabendo o motivo da vingança do mexicano.
Ocorre que alguns anos antes, Paco Ordoñez e seus dois irmãos, que eram bandidos, se confrontaram com Tex. O ranger na ocasião descobrira o esconderijo dos bandidos e entra em ação para capturá-los. Mas no meio de cerrado tiroteio, a casa onde estavam os bandidos pega fogo e os dois irmãos de El Muerto são mortos por Tex.
A casa acaba sendo destruída pelo fogo, mas entre o crepitar das chamas e do barulho de madeira queimando, antes que a casa desabasse por inteiro, El Muerto, que estava escondido no sótão e já com o corpo em chamas, consegue pular por uma janela direto ao rio com graves queimaduras pelo corpo...
E foi daí que, uma vez tendo se afastado pela força das águas do local do incêndio, tratou de recuperar-se e de armar sua vingança, que culminaria ali, num duelo com o ranger prepotente no cemitério de Pueblo Feliz.
Momentos de tensão são claramente percebidos a cada quadrinho, após o relato do ocorrido, Tex e El Muerto se preparam para um duelo inesquecível. Um velho medalhão será o juiz... Ele será colocado a tocar uma música enferrujada e, assim que parar, será a hora final, ou seja, a hora de saber quem é o mais rápido no gatilho...
Jack Tigre toma uma enorme surra dos bandidos, que pedem ao navajo para que avise Tex Willer de que El Muerto estará esperando pelo ranger no cemitério de Pueblo feliz, para se confrontarem num duelo.
Várias horas depois, muito machucado, Tigre finalmente chega à aldeia e conta ao Tex o que ocorreu. Surpreso, Tex vai até a cidade esperar o seu filho que estava chegando em uma diligência, mas lá descobre que ela foi atacada e que tanto o homem da escolta quanto seu filho Kit estão feridos.
O condutor da diligência conta para Tex e para o xerife Jim que assim que a diligência chegou em um barraco à beira de estrada, eles foram atacados por El Muerto e seus capangas. E este El Muerto mandara um recado a TEX, que o estaria esperando para um duelo no cemitério de Pueblo Feliz.
Tex decide partir sozinho para o dito local do duelo. No caminho, na cidade de Sunsetville, Tex pede informações de El Muerto para o xerife Larkham. Logo depois, Tex vai para um hotel, mas assim que acaba seu banho, ouve tiros e descobre que o xerife Larkham fora assassinado justamente pelo tal El Muerto, que acompanhado de alguns bandidos, estava num saloon naquele momento.
Decidido a terminar logo com aquela comédia, Tex vai ao saloon e consegue render os bandidos, mas El Muerto é astuto e num movimento errado do barman, o faz de refém, obrigando Tex a depor as armas.
Com isso os bandidos conseguem fugir. Não demora e Tex parte com um cidadão da cidade em busca do refém, que fora abandonado logo na saída da cidade. Então o acompanhante de Tex volta com o barman e o ranger parte sozinho na pista dos bandidos.
Mas antes de chegar a Pueblo Feliz, Tex é recebido a tiros numa emboscada, sendo pego de surpresa por um dos inimigos. Mas justamente nesta hora brilha a boa estrela de Tex e eis que aparece Jack Tigre, que liquida rapidamente o bandido.
Em pouco tempo eles matam os bandidos que estavam de tocaia e descobrem que a emboscada não teve nada a ver com El Muerto e sim fora uma iniciativa dos homens recrutados do mesmo que àquela altura já haviam sido dispensados pelo bandido mexicano.
Os acontecimentos se precipitam. Tex e Tigre chegam em Pueblo Feliz e lá eles encontram um antigo morado da cidade, o qual diz que El Muerto está no cemitério à espera de Tex. Disposto a acabar logo com aquele drama, Tex vai imediatamente ao cemitério, onde encontra El Muerto e onde finalmente fica sabendo o motivo da vingança do mexicano.
Ocorre que alguns anos antes, Paco Ordoñez e seus dois irmãos, que eram bandidos, se confrontaram com Tex. O ranger na ocasião descobrira o esconderijo dos bandidos e entra em ação para capturá-los. Mas no meio de cerrado tiroteio, a casa onde estavam os bandidos pega fogo e os dois irmãos de El Muerto são mortos por Tex.
A casa acaba sendo destruída pelo fogo, mas entre o crepitar das chamas e do barulho de madeira queimando, antes que a casa desabasse por inteiro, El Muerto, que estava escondido no sótão e já com o corpo em chamas, consegue pular por uma janela direto ao rio com graves queimaduras pelo corpo...
E foi daí que, uma vez tendo se afastado pela força das águas do local do incêndio, tratou de recuperar-se e de armar sua vingança, que culminaria ali, num duelo com o ranger prepotente no cemitério de Pueblo Feliz.
Momentos de tensão são claramente percebidos a cada quadrinho, após o relato do ocorrido, Tex e El Muerto se preparam para um duelo inesquecível. Um velho medalhão será o juiz... Ele será colocado a tocar uma música enferrujada e, assim que parar, será a hora final, ou seja, a hora de saber quem é o mais rápido no gatilho...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Galpão Em Festa
Galpão Em Festa
Os Monarcas
Numa noite de fandango um gaucho quando canta
Tem a alma na garganta e prazer no coração
Apertando junto ao peito uma gaita fandangueira
E alegrando a noite inteira a festança do galpão
Quem ainda não conhece uma festa la no pampa
Tem cachaça de guampa tem churrasco e chimarrão
E a gaucha prenda linda que na dança se espande
É a gloria do rio grande orgulhando a tradição
Quando a linda chinoca dança em passadas longas
No compasso da milonga do bujio e o vanerão
O gaiteiro apaixonado tem que vencer a contenda
Com o soriso da prenda que prendeu seu coração
Quando rompe a madrugada que o luar vai despedindo
Lentamente vai sumindo no imenso céu azul
Vai aos poucos terminando mais uma festa bonita
Numa querencia bendita do meu Rio Grande Do Sul.
Os Monarcas
Numa noite de fandango um gaucho quando canta
Tem a alma na garganta e prazer no coração
Apertando junto ao peito uma gaita fandangueira
E alegrando a noite inteira a festança do galpão
Quem ainda não conhece uma festa la no pampa
Tem cachaça de guampa tem churrasco e chimarrão
E a gaucha prenda linda que na dança se espande
É a gloria do rio grande orgulhando a tradição
Quando a linda chinoca dança em passadas longas
No compasso da milonga do bujio e o vanerão
O gaiteiro apaixonado tem que vencer a contenda
Com o soriso da prenda que prendeu seu coração
Quando rompe a madrugada que o luar vai despedindo
Lentamente vai sumindo no imenso céu azul
Vai aos poucos terminando mais uma festa bonita
Numa querencia bendita do meu Rio Grande Do Sul.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O Veneno Do Cobra

Ao se dirigirem a Virginia City, Tex e Carson presenciam uma tentativa de roubo a uma carroça que transporta lingotes de ouro. Após evitarem o crime, os rangers ficam sabendo, pelo dono do ouro - o chinês Ly Kuong -, que existe na cidade uma seita secreta chamada Lótus Verde que há anos chantageia os imigrantes chineses locais. A organização é chefiada pelo misterioso Cobra, cuja picada letal pune com a morte quem ousa opor-se aos seus planos de poder. Sem ainda conhecer a identidade do facínora oriental, nossos heróis são atraídos a uma armadilha no barco-cassino Nevada. As investigações de Tex e Carson sobre a seita Lótus Verde os levam finalmente a descobrir quem era o Cobra, mas este consegue fugir para São Francisco e prepara uma armadilha mortal para nossos heróis. Agora, com o auxílio do chefe Tom Devlin e da força policial da cidade, Tex e Carson estarão cara a cara com o venenoso Cobra e a luta será de vida ou morte.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Destino De Peão
Destino De Peão
Mano Lima
Composição: Noel Guarany
Hoje é domingo e encilhei o estradeiro
já botei água de cheiro,
não me falta quase nada
Saio ao tranquito no meu trajinho sem luxo
pois assim faz um gaúcho
que vai ver sua namorada.
Trabalhei o mês inteiro,
encilhei muito aporreado
Consertei todo o alambrado,
lá na invernada do fundo
Sentia fundo a sinfonia dos bichos,
para aumentar o cambicho,
com a flor mais linda do mundo.
Queria tanto dar um presente pra prenda
Ponta de gado, fazenda,
um montão de coisas mais
Dizer palavras, que sei e penso em segredo
e que só em pensar tenho medo
por isso não sou capaz.
Eu até tive pensando em construir um ranchinho
nem que seja pequeninho,
já dormi muito em galpão
Se ela quisesse, que coisa linda seria
à Deus agradeceria, o meu destino de peão.
Mano Lima
Composição: Noel Guarany
Hoje é domingo e encilhei o estradeiro
já botei água de cheiro,
não me falta quase nada
Saio ao tranquito no meu trajinho sem luxo
pois assim faz um gaúcho
que vai ver sua namorada.
Trabalhei o mês inteiro,
encilhei muito aporreado
Consertei todo o alambrado,
lá na invernada do fundo
Sentia fundo a sinfonia dos bichos,
para aumentar o cambicho,
com a flor mais linda do mundo.
Queria tanto dar um presente pra prenda
Ponta de gado, fazenda,
um montão de coisas mais
Dizer palavras, que sei e penso em segredo
e que só em pensar tenho medo
por isso não sou capaz.
Eu até tive pensando em construir um ranchinho
nem que seja pequeninho,
já dormi muito em galpão
Se ela quisesse, que coisa linda seria
à Deus agradeceria, o meu destino de peão.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A Cruz Trágica
Tex e seus pards vão ao Canadá ajudar o amigo Jim Brandon, da polícia montada canadense, a desvendar uma série de sacrifícios humanos misteriosos, e acabam se deparando com um intrincado esquema de contrabando de armas, bebidas e ouro.
domingo, 31 de outubro de 2010
Embretados
Embretados
Os Monarcas
De vez em quando uma saudade redomona
Relincha aflita no meu peito de campeiro
Daí então encilho o verso da cordeona
Desconsolado em meu refúgio povoeiro
Mateando só nesse entreveiro de estranhos
Eu me pergunto qual será a realidade
Se aquela vida de campanha foi um sonho
Ou se perdido ando sonhando na cidade
Mas nessas horas doloridas de recuerdos
Eu me emborracho de cantigas e poesias
E nessas noites quando me sinto alpedo
Me vou bem cedo pro balcão das pulperias
Pois como eu há tantos outros extraviados
Que se encontram no exílio de um galpão
Pra conspirar contra o destino instaurado
Bebendo acordes de cordeona e violão
E aqui estamos companheiros desgarrados
Desiludidos com a ganância das estâncias
Vivendo assim dessa maneira embretados
Num aramado intransponível de lembranças
Os Monarcas
De vez em quando uma saudade redomona
Relincha aflita no meu peito de campeiro
Daí então encilho o verso da cordeona
Desconsolado em meu refúgio povoeiro
Mateando só nesse entreveiro de estranhos
Eu me pergunto qual será a realidade
Se aquela vida de campanha foi um sonho
Ou se perdido ando sonhando na cidade
Mas nessas horas doloridas de recuerdos
Eu me emborracho de cantigas e poesias
E nessas noites quando me sinto alpedo
Me vou bem cedo pro balcão das pulperias
Pois como eu há tantos outros extraviados
Que se encontram no exílio de um galpão
Pra conspirar contra o destino instaurado
Bebendo acordes de cordeona e violão
E aqui estamos companheiros desgarrados
Desiludidos com a ganância das estâncias
Vivendo assim dessa maneira embretados
Num aramado intransponível de lembranças
sábado, 30 de outubro de 2010
Appomattox
Appomattox é uma cidade localizada no estado norte-americano de Virginia, no Condado de Appomattox.
Appomattox foi a localidade onde o General Robert Edward Lee, se rendeu ao General Grant, pondo fim à Guerra De Secessão em 1865.
Segundo o censo norte-americano de 2000, a sua população era de 1761 habitantes. Em 2006, foi estimada uma população de 1732, um decréscimo de 29 (-1.6%).
De acordo com o United States Census Bureau tem uma área de 5,6 km², dos quais 5,6 km² cobertos por terra e 0,0 km² cobertos por água. Appomattox localiza-se a aproximadamente 259 m acima do nível do mar.
Appomattox foi a localidade onde o General Robert Edward Lee, se rendeu ao General Grant, pondo fim à Guerra De Secessão em 1865.
Segundo o censo norte-americano de 2000, a sua população era de 1761 habitantes. Em 2006, foi estimada uma população de 1732, um decréscimo de 29 (-1.6%).
De acordo com o United States Census Bureau tem uma área de 5,6 km², dos quais 5,6 km² cobertos por terra e 0,0 km² cobertos por água. Appomattox localiza-se a aproximadamente 259 m acima do nível do mar.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Abre O Fole Tio Bilia
Abre O Fole Tio Bilia
Os Serranos
Abre o fole Tio Bilia
Da tua gaúcha emoção
Esbanja imensa poesia
Da gaita do coração
Nossa gente necessita
Do som que a gaitinha faz
Quem é gaúcho se agita
Te ouvindo sempre quer mais
O campo vibra e palpita
O sol espalha mais luz
E o Rio Grande ressuscita
Na tua gaita aberta em cruz
Quem andar longe do pago
Te ouvindo põe se a chorar
És consolo e o afago
De quem não pode voltar
Abre a gaita companheiro que
Eu quero te ouvir de novo
Tio Bilia missioneiro
Alegria do meu povo
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Os Cavaleiros Da Tempestade
Jimmy Evans, um ranger aposentado prematuramente devido a um ferimento que o deixou manco para sempre, descobre que seu filho Steve seguiu por um caminho não muito nobre, associando-se a um bando de violentos criminosos, chefiados por Ray Sheldon. E o pior ainda está por vir, já que o bando é responsável por um sangrento assalto na pequena cidade de Glendale. Pesa sobre eles agora a acusação de homicídio, incluindo o jovem Steve.
O Bando de Ray Sheldon assalta o banco da cidade de Glendale, no roubo eles matam uma mulher e fogem com o tiroteio na cidade Ray é atingindo e auxiliado pó um dos seus capangas.
Jimmy, ex-ranger, conta como foi o assalto a Tex e lhe pede ajuda para tirar Steve (seu filho) do bando de Ray e informa a Tex que o bando está em Dos Alamintos, sabendo disso Tex parte imediatamente para Dos Alamintos.
Perto de chegar a seu destino Tex é surpreendido por um tiro, é Tomasito querendo pegar o cavalo de Tex porque sua Mula tinha morrido. Tomasito conta a Tex que o bando de Ray está na sua pousada. Então Tex revelando que é um ranger arma um plano com Tomasito para pegar o bando e libertar Steve.
No outro dia Tex vai até a pousada e fala com Tomasito para avisar Steve que ele irá resgatá-lo, mas só se Steve quiser sair do bando. Tomasito vai avisar a Steve sobre Tex, mas são pegos e o bando descobre que Steve é filho de um ranger e Tex esta vindo para tirá-lo do bando. Com isso o bando arma uma emboscada para Tex na pousada onde vai haver o confronto entre eles.
O Bando de Ray Sheldon assalta o banco da cidade de Glendale, no roubo eles matam uma mulher e fogem com o tiroteio na cidade Ray é atingindo e auxiliado pó um dos seus capangas.
Jimmy, ex-ranger, conta como foi o assalto a Tex e lhe pede ajuda para tirar Steve (seu filho) do bando de Ray e informa a Tex que o bando está em Dos Alamintos, sabendo disso Tex parte imediatamente para Dos Alamintos.
Perto de chegar a seu destino Tex é surpreendido por um tiro, é Tomasito querendo pegar o cavalo de Tex porque sua Mula tinha morrido. Tomasito conta a Tex que o bando de Ray está na sua pousada. Então Tex revelando que é um ranger arma um plano com Tomasito para pegar o bando e libertar Steve.
No outro dia Tex vai até a pousada e fala com Tomasito para avisar Steve que ele irá resgatá-lo, mas só se Steve quiser sair do bando. Tomasito vai avisar a Steve sobre Tex, mas são pegos e o bando descobre que Steve é filho de um ranger e Tex esta vindo para tirá-lo do bando. Com isso o bando arma uma emboscada para Tex na pousada onde vai haver o confronto entre eles.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Um Bagual Corcoveador
Um Bagual Corcoveador
Walther Moraes
A tropa vinha estendida pastando no corredor
Eu empurrava culatra e também fazia fiador
Num bagual gordo e delgado arisco e corcoveador
Que se assustava da estaca e da sombra do maneador
É brabo a vida de um taura que só trabalha de peão
Nisso uma lebre dispara debaixo de um macegão
Meu pingo só deu um coice escondendo a cara nas mãos
Saiu sacudindo o toso e cravou o focinho no chão
Tentei levantar no freio mas era tarde demais
Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trás
Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá
Parecia uma tormenta cruzando em massambará
Se enganchava nas esporas sobre a volta do pescoço
Cortando couro em pêlo e tirando lascas de osso
Naquele inferno danado bombiei pra meu cebolão
Regulava quatro e pico numa tarde de verão
Senti a força do vento me arrancando dos arreios
E aquele bicho parecia que ia se rasgar no meio
Deixei manso e de confiança montaria de patrão
Pois honro o nome que carrego me orgulho de ser peão
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O Fugitivo
No escaldante deserto de Sonora, Tex se torna o alvo de uma caçada mortal efetuada por um grupo de bandoleiros. Para piorar a situação, o xerife da cidade também entrou na perseguição, mas para levar Águia da Noite a julgamento. E o ranger conta apenas com um arco e flechas para sair dessa enrascada.
A aventura começa com Feliz (um peão de Passo Rubles) andando pe-las margens do rio Tinto, Arizona. Quando ele encontra um cadáver, morto à bala e descobre que era um Ranger chamado Dan Stafford. Feliz manda uma carta ao comando dos Rangers informando o ocorrido.
Duas semanas depois, Tex é enviado para descobrir os assassinos do ranger e terminar o trabalho dele, que era a investigação sobre tráficos de armas com os Apaches. Tex então parte para Passo Rubles, onde pode ter mais informações dos traficantes.
Tex ao chegar ao povoado vai para os saloons atrás de informações. Em um desses saloons os traficantes desconfiam de Tex e armam uma armadi-lha para ele. Tex é provocado por um dos traficantes, no qual esse a sacar a arma para atirar, Tex acaba por matá-lo. Com o fim da confusão o xerife che-ga ao local. Com a pressão dos outros traficantes o xerife prende (à força) Tex por assassinato.
No meio da noite as pessoas do povoado vão até a delegacia para lin-char Tex pela morte do traficante. Então Tex se vê obrigado a fugir.
O xerife faz uma equipe de busca e partem em busca do fugitivo. Na fuga o cavalo de Tex se assusta com um puma e acaba caindo num precipí-cio quebrando o rifle (que era a única arma de Tex). Tex vê que uma equipe de busca está seguindo suas pegadas, então arma um plano para pegar seus cavalos.
No outro dia Tex avista outra equipe de busca e usa um de seus truques para enganar o grupo. Com o cair da noite, Tex é acordado com um baralho. É um índio que tentava pegar um cavalo de Tex. Passado o susto Tex se apre-senta como o chefe branco dos navajos ao índio e lhe pergunta sobre o tráfi-co de armas naquela região, no qual o índio indica onde é o local que fica as armas. O índio ao ver que Tex está desarmado lhe dá um arco e flechas, onde Tex retribui presenteando o índio com um de seus cavalos.
Na manha seguinte Tex parte para o local onde ficam as armas, mas ele foi visto pelo terceiro grupo de busca que são o xerife e os outros Trafican-tes, o grupo sabendo aonde Tex vai pegam um atalho para chegar primeiro.
Quando o grupo chega ao local o xerife desconfia das marcas do terreno e seguem elas onde terminam no depósito de armas. Vendo que o xerife havia descoberto o depósito, os traficantes têm que eliminar xerife, e é onde Tex entra em ação para a luta final contra os traficantes.
A aventura começa com Feliz (um peão de Passo Rubles) andando pe-las margens do rio Tinto, Arizona. Quando ele encontra um cadáver, morto à bala e descobre que era um Ranger chamado Dan Stafford. Feliz manda uma carta ao comando dos Rangers informando o ocorrido.
Duas semanas depois, Tex é enviado para descobrir os assassinos do ranger e terminar o trabalho dele, que era a investigação sobre tráficos de armas com os Apaches. Tex então parte para Passo Rubles, onde pode ter mais informações dos traficantes.
Tex ao chegar ao povoado vai para os saloons atrás de informações. Em um desses saloons os traficantes desconfiam de Tex e armam uma armadi-lha para ele. Tex é provocado por um dos traficantes, no qual esse a sacar a arma para atirar, Tex acaba por matá-lo. Com o fim da confusão o xerife che-ga ao local. Com a pressão dos outros traficantes o xerife prende (à força) Tex por assassinato.
No meio da noite as pessoas do povoado vão até a delegacia para lin-char Tex pela morte do traficante. Então Tex se vê obrigado a fugir.
O xerife faz uma equipe de busca e partem em busca do fugitivo. Na fuga o cavalo de Tex se assusta com um puma e acaba caindo num precipí-cio quebrando o rifle (que era a única arma de Tex). Tex vê que uma equipe de busca está seguindo suas pegadas, então arma um plano para pegar seus cavalos.
No outro dia Tex avista outra equipe de busca e usa um de seus truques para enganar o grupo. Com o cair da noite, Tex é acordado com um baralho. É um índio que tentava pegar um cavalo de Tex. Passado o susto Tex se apre-senta como o chefe branco dos navajos ao índio e lhe pergunta sobre o tráfi-co de armas naquela região, no qual o índio indica onde é o local que fica as armas. O índio ao ver que Tex está desarmado lhe dá um arco e flechas, onde Tex retribui presenteando o índio com um de seus cavalos.
Na manha seguinte Tex parte para o local onde ficam as armas, mas ele foi visto pelo terceiro grupo de busca que são o xerife e os outros Trafican-tes, o grupo sabendo aonde Tex vai pegam um atalho para chegar primeiro.
Quando o grupo chega ao local o xerife desconfia das marcas do terreno e seguem elas onde terminam no depósito de armas. Vendo que o xerife havia descoberto o depósito, os traficantes têm que eliminar xerife, e é onde Tex entra em ação para a luta final contra os traficantes.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Exaltação Ao Bugio
Exaltação Ao Bugio
Os Serranos
Vamos lá gauchada buenacha, dançar nesse tranco macio
No compasso crioulo gaúcho que a gaita serrana pariu
Não é em vão que o conjunto Os Serranos, nesses anos exalta o bugio
Vamos lá gauchada buenacha dançar nesse tranco macio
Esse bicho do mato nativo, é motivo do nosso sucesso
E o seu passo é compasso pra dança, que boi trança na rima do verso
O seu ronco na gaita expande, o Rio Grande pro grande universo
Esse bicho do mato nativo, é motivo do nosso sucesso
Quem reluta em dançar o bugio, sente frio no seu coração
Tem um vazio no fundo da alma, bate palma sem ter emoção
Desconhece o artista que luta, não escuta sua própria canção
Quem reluta em dançar o bugio, sente frio no seu coração
domingo, 24 de outubro de 2010
Ku Klux Klan
Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apoiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento de outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, foi localizada principalmente na região sul dos E.U.A., em estados como Texas e Mississipi.
A primeira Ku Klux Klan na verdade foi fundada pelo General Nathan Bedford Forrest da cidade de Pulaski, Tennessee, em 1865 após o final da Guerra civil americana. Seu objetivo era impedir a integração social dos negros recém-libertados, como por exemplo, adquirir terras, ter direitos concedidos aos outros cidadãos, como votar. O nome, cujo registro mais antigo é de 1867, parece derivar da palavra grega kuklos, que significa "círculo", "anel", e da palavra inglesa clan (clã) escrita com k. Devido aos métodos violentos da KKK, há a hipótese de o nome ter-se inspirado no som feito quando se coloca um rifle pronto para atirar.
Em 1872 o grupo foi reconhecido como uma entidade terrorista e foi banida dos Estados Unidos.
O segundo grupo que utilizou o mesmo nome foi fundado em 1915 (alguns dizem que foi em função do lançamento do filme O Nascimento de uma Nação, naquele mesmo ano) em Atlanta por William J. Simmons. Este grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes. Este grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus "inimigos". Chegou a ter 4 milhões de membros na década de 1920, incluindo muitos políticos. A popularidade do grupo caiu durante a Grande Depressão e durante a Segunda Guerra Mundial.
A perda de respeitabilidade da Ku Klux Klan, unida a divisões internas, levou à degradação de seu público, apesar de a organização continuar a realizar expedições punitivas, desempenhando por exemplo o papel de supervisora de uma agremiação de patrões contra os sindicalistas, cuja cota estava em alta depois da crise de 1929.
Na década de 1930, o nazismo exerceu uma certa atração sobre a Ku Klux Klan. Não passou disso, porém. A aproximação com os alemães foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base estadunidense de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo". Só faltava o tiro de misericórdia ao império invisível. Em 1944, o serviço de contribuições diretas cobrou uma dívida da Klan, pendente desde 1920. Incapaz de honrar o compromisso, a organização morreu pela segunda vez.
Apesar de diversas tentativas de ressurreição (num âmbito mais local que nacional), a Ku Klux Klan não obteve mais o sucesso de antes da guerra. As mentalidades evoluíram. A ameaça de crise estava a partir de então descartada, tendo o soldado negro mostrado que era capaz de derramar tanto sangue quanto o branco. Finalmente, o Stetson Kennedy contribuiu para desmistificar a organização, liberando todos os seus segredos no livro "Eu fiz parte da Ku Klux Klan". Alguns klanistas ainda insistiram e suscitaram, temporariamente, uma retomada de interesse entre os WASP (sigla em inglês para protestantes brancos anglo-saxões) frustrados, que não compunham mais a maioria da população estadunidense.
Na década de 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões, e cruzes se acenderam. Seguiram-se batalhas, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais). Os klanistas tentaram se reciclar no anticomunismo, combatendo os índios ou atenuando seu anticatolicismo fanático.
As quimeras de Garvey tinham quebrado a solidariedade dos negros num tempo das mais pesadas ameaças; num tempo em que a Ku Klux Klan depois de 50 anos de pausa retomava a sua atividade, e quem sabe se não preparava ainda comoções mais terríveis do que aquelas a que tinha recorrido meio século antes. A primeira guerra mundial tinha também provocado nos Estados Unidos uma radicalização das condições políticas e novas correntes de ideais universalistas; acima de tudo incitou a Klan para um novo e perigoso estribilho. As tropas negras estadunidenses tinham adquirido em Paris,gosto especial por mulheres brancas; seria portanto de se esperar que indivíduos de cor viriam igualmente a importunar mulheres brancas nos Estados Unidos e que até mesmo as violentariam. Com o requinte psicológico de que o nosso século deu provas no capítulo da propaganda e no campo publicitário, estas conjeturas foram moldadas em todas as formas e com as particularidades plásticas descobertas na Europa, e depois de bem escovadas, introduzidas nos Estados Unidos. Numerosas mulheres e algumas das mais evidentes associações femininas começaram a tremer e a sentir-se ameaçadas; cada um dos negros que na Europa e no exército, de fato, se habituou a maneiras mais livres e maior segurança própria, passou a ser considerado um libidinoso errante propenso a atos de violência.
Os homens a quem dificilmente se poderia convencer de que eles também se deixariam cativar pelas negras acharam razão na propaganda da Klan por outros motivos; recordaram-se cheios de inveja de tudo aquilo que tinham ouvido e lido sobre a proverbial potencialidade de muitos negros; contaram as crianças negras de cabelo encarapinhado que viam nas ruas e quando na volta ao lar, de regresso da guerra, encontravam na sua banca de trabalho um negro ou um judeu como seu superior, na maioria dos casos não hesitaram mais e correram a alistar-se na Klan.
Os métodos da Ku Klux Klan não se haviam modificado de maneira sensível; agora, como antes, se balanceava (processo pelo qual se fazia deslizar uma vítima manietada por uma estreita barra de aço, dolorosamente, para cima e para baixo, a toda velocidade para criar atrito), espancava, extorquia, boicotava, exilava, linchava e assassinava.
Mas nada surtiu grande efeito e o declínio da Klan já tinha começado desde o fim da década de 1960, época em que só contava com algumas dezenas de milhares de membros. Depois, podia-se tentar distinguir os "Imperial Klans of America" dos "Knights of the Ku Klux Klan", ou ainda dos "Knights of the White Camelia", alguns dos vários nomes das tentativas de ressurgimento. Mas os klanistas não eram mais uma organização de massa. Apesar das proclamações tonitruantes e de provocações episódicas, as "Klans" não reuniam mais do que alguns milhares de membros, comparáveis assim com outros grupelhos neonazistas com os quais às vezes mantinham relações. A organização não parece estar perto de renascer uma segunda vez.
Klan e daquilo que pudessem os noviços do século vinte idear em horrores, mercantilismo secreto, ameaças e compromissos de maior responsabilidade. Os infernos passaram a chamar-se cavernas e as reuniões passaram a realizar-se em grandes locais muitas vezes sob o céu aberto. Não raro milhares de autos vinham reforçar, guardas a cavalo e a pé cercavam o local e estavam presentes os utensílios com que se entusiasma qualquer bom estadunidense: a bandeira das estrelas, a Bíblia aberta e o punhal desembainha do a fazer pano de fundo, uma cruz em fogo, na noite, projetava uma luz estranhamente tranquilizadora sobre as filas dos agora uniformiza-dos homens dos capuzes brancos.
De início a Klan só admitia como membros aquelas pessoas oriundas de pais brancos estadunidenses, nascidas nos Estados Unidos; além disso, os pais não podiam comungar na religião católica nem pertencer à raça judaica. Mais tarde deixou-se caducar a exigência de que os pais já deviam ser de nacionalidade estadunidense pois este ponto prejudicara em muito a solícita procura de membros para a Klan e a afluência de meios de contribuição de sócios. O candidato a aceitação era submetido do coração aos rins a interrogatórios e em seguida instruído de que a Klan exigia de todos os seus membros obediência cega. Seguia-se o juramento, batismo, ordenação e apostasia, com a leitura dos parágrafos da fé da Klan em que muito se tratava da raça branca e da religião cristã.
Os crimes que a nova Ku-Klux-Klan até a sua recente proibição cometeu, sobretudo nos estados do Sul dos Estados Unidos, são tão variados e numerosos, tão cuidadosamente velados e tão intimamente amalgama dos com as singularidades da vida pública naqueles estados, que nunca seria possível abrangê-los a todos. A simples crônica ou mesmo pequena revista, como nós aqui tentamos oferecer, nunca seria capaz de exprimir como o que aconteceu foi caprichoso e horrível. O mundo teve conhecimento aqui e ali de um registro especialmente alusivo nos jornais, mas depressa ele caiu no esquecimento da consciência mundial, ainda que esta fatalidade passe à posteridade, pois que não houve nenhum dos grandes escritores estadunidenses que alguma vez deixasse passar em branco atuação tão vergonhosa.
Hoje, a Ku Klux Klan conta apenas com um efetivo de 3 mil homens em todos os antigos "estados confederados", apesar do baixo número de associados, muitos não associados apoiam a organização.
A primeira Ku Klux Klan na verdade foi fundada pelo General Nathan Bedford Forrest da cidade de Pulaski, Tennessee, em 1865 após o final da Guerra civil americana. Seu objetivo era impedir a integração social dos negros recém-libertados, como por exemplo, adquirir terras, ter direitos concedidos aos outros cidadãos, como votar. O nome, cujo registro mais antigo é de 1867, parece derivar da palavra grega kuklos, que significa "círculo", "anel", e da palavra inglesa clan (clã) escrita com k. Devido aos métodos violentos da KKK, há a hipótese de o nome ter-se inspirado no som feito quando se coloca um rifle pronto para atirar.
Em 1872 o grupo foi reconhecido como uma entidade terrorista e foi banida dos Estados Unidos.
O segundo grupo que utilizou o mesmo nome foi fundado em 1915 (alguns dizem que foi em função do lançamento do filme O Nascimento de uma Nação, naquele mesmo ano) em Atlanta por William J. Simmons. Este grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes. Este grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus "inimigos". Chegou a ter 4 milhões de membros na década de 1920, incluindo muitos políticos. A popularidade do grupo caiu durante a Grande Depressão e durante a Segunda Guerra Mundial.
A perda de respeitabilidade da Ku Klux Klan, unida a divisões internas, levou à degradação de seu público, apesar de a organização continuar a realizar expedições punitivas, desempenhando por exemplo o papel de supervisora de uma agremiação de patrões contra os sindicalistas, cuja cota estava em alta depois da crise de 1929.
Na década de 1930, o nazismo exerceu uma certa atração sobre a Ku Klux Klan. Não passou disso, porém. A aproximação com os alemães foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base estadunidense de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo". Só faltava o tiro de misericórdia ao império invisível. Em 1944, o serviço de contribuições diretas cobrou uma dívida da Klan, pendente desde 1920. Incapaz de honrar o compromisso, a organização morreu pela segunda vez.
Apesar de diversas tentativas de ressurreição (num âmbito mais local que nacional), a Ku Klux Klan não obteve mais o sucesso de antes da guerra. As mentalidades evoluíram. A ameaça de crise estava a partir de então descartada, tendo o soldado negro mostrado que era capaz de derramar tanto sangue quanto o branco. Finalmente, o Stetson Kennedy contribuiu para desmistificar a organização, liberando todos os seus segredos no livro "Eu fiz parte da Ku Klux Klan". Alguns klanistas ainda insistiram e suscitaram, temporariamente, uma retomada de interesse entre os WASP (sigla em inglês para protestantes brancos anglo-saxões) frustrados, que não compunham mais a maioria da população estadunidense.
Na década de 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões, e cruzes se acenderam. Seguiram-se batalhas, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais). Os klanistas tentaram se reciclar no anticomunismo, combatendo os índios ou atenuando seu anticatolicismo fanático.
As quimeras de Garvey tinham quebrado a solidariedade dos negros num tempo das mais pesadas ameaças; num tempo em que a Ku Klux Klan depois de 50 anos de pausa retomava a sua atividade, e quem sabe se não preparava ainda comoções mais terríveis do que aquelas a que tinha recorrido meio século antes. A primeira guerra mundial tinha também provocado nos Estados Unidos uma radicalização das condições políticas e novas correntes de ideais universalistas; acima de tudo incitou a Klan para um novo e perigoso estribilho. As tropas negras estadunidenses tinham adquirido em Paris,gosto especial por mulheres brancas; seria portanto de se esperar que indivíduos de cor viriam igualmente a importunar mulheres brancas nos Estados Unidos e que até mesmo as violentariam. Com o requinte psicológico de que o nosso século deu provas no capítulo da propaganda e no campo publicitário, estas conjeturas foram moldadas em todas as formas e com as particularidades plásticas descobertas na Europa, e depois de bem escovadas, introduzidas nos Estados Unidos. Numerosas mulheres e algumas das mais evidentes associações femininas começaram a tremer e a sentir-se ameaçadas; cada um dos negros que na Europa e no exército, de fato, se habituou a maneiras mais livres e maior segurança própria, passou a ser considerado um libidinoso errante propenso a atos de violência.
Os homens a quem dificilmente se poderia convencer de que eles também se deixariam cativar pelas negras acharam razão na propaganda da Klan por outros motivos; recordaram-se cheios de inveja de tudo aquilo que tinham ouvido e lido sobre a proverbial potencialidade de muitos negros; contaram as crianças negras de cabelo encarapinhado que viam nas ruas e quando na volta ao lar, de regresso da guerra, encontravam na sua banca de trabalho um negro ou um judeu como seu superior, na maioria dos casos não hesitaram mais e correram a alistar-se na Klan.
Os métodos da Ku Klux Klan não se haviam modificado de maneira sensível; agora, como antes, se balanceava (processo pelo qual se fazia deslizar uma vítima manietada por uma estreita barra de aço, dolorosamente, para cima e para baixo, a toda velocidade para criar atrito), espancava, extorquia, boicotava, exilava, linchava e assassinava.
Mas nada surtiu grande efeito e o declínio da Klan já tinha começado desde o fim da década de 1960, época em que só contava com algumas dezenas de milhares de membros. Depois, podia-se tentar distinguir os "Imperial Klans of America" dos "Knights of the Ku Klux Klan", ou ainda dos "Knights of the White Camelia", alguns dos vários nomes das tentativas de ressurgimento. Mas os klanistas não eram mais uma organização de massa. Apesar das proclamações tonitruantes e de provocações episódicas, as "Klans" não reuniam mais do que alguns milhares de membros, comparáveis assim com outros grupelhos neonazistas com os quais às vezes mantinham relações. A organização não parece estar perto de renascer uma segunda vez.
Klan e daquilo que pudessem os noviços do século vinte idear em horrores, mercantilismo secreto, ameaças e compromissos de maior responsabilidade. Os infernos passaram a chamar-se cavernas e as reuniões passaram a realizar-se em grandes locais muitas vezes sob o céu aberto. Não raro milhares de autos vinham reforçar, guardas a cavalo e a pé cercavam o local e estavam presentes os utensílios com que se entusiasma qualquer bom estadunidense: a bandeira das estrelas, a Bíblia aberta e o punhal desembainha do a fazer pano de fundo, uma cruz em fogo, na noite, projetava uma luz estranhamente tranquilizadora sobre as filas dos agora uniformiza-dos homens dos capuzes brancos.
De início a Klan só admitia como membros aquelas pessoas oriundas de pais brancos estadunidenses, nascidas nos Estados Unidos; além disso, os pais não podiam comungar na religião católica nem pertencer à raça judaica. Mais tarde deixou-se caducar a exigência de que os pais já deviam ser de nacionalidade estadunidense pois este ponto prejudicara em muito a solícita procura de membros para a Klan e a afluência de meios de contribuição de sócios. O candidato a aceitação era submetido do coração aos rins a interrogatórios e em seguida instruído de que a Klan exigia de todos os seus membros obediência cega. Seguia-se o juramento, batismo, ordenação e apostasia, com a leitura dos parágrafos da fé da Klan em que muito se tratava da raça branca e da religião cristã.
Os crimes que a nova Ku-Klux-Klan até a sua recente proibição cometeu, sobretudo nos estados do Sul dos Estados Unidos, são tão variados e numerosos, tão cuidadosamente velados e tão intimamente amalgama dos com as singularidades da vida pública naqueles estados, que nunca seria possível abrangê-los a todos. A simples crônica ou mesmo pequena revista, como nós aqui tentamos oferecer, nunca seria capaz de exprimir como o que aconteceu foi caprichoso e horrível. O mundo teve conhecimento aqui e ali de um registro especialmente alusivo nos jornais, mas depressa ele caiu no esquecimento da consciência mundial, ainda que esta fatalidade passe à posteridade, pois que não houve nenhum dos grandes escritores estadunidenses que alguma vez deixasse passar em branco atuação tão vergonhosa.
Hoje, a Ku Klux Klan conta apenas com um efetivo de 3 mil homens em todos os antigos "estados confederados", apesar do baixo número de associados, muitos não associados apoiam a organização.
sábado, 23 de outubro de 2010
Faculdade Gaudéria
Faculdade Gaudéria
Os Monarcas
No livro grande do mundo
Se resume o meu ensino
O rio grande é o colégio
Que estudo desde menino
Pra saber o que não sei
E não me faltar matéria
É que estou matriculado
Na faculdade gaudéria.
Matemática do tempo
É a soma de muitos anos
Multiplico os raciocínios
Pra diminuir os enganos
Me esforço constantemente
Pra melhorar nota e média
Pretendo ao longo dos anos
Decorar a enciclopédia.
Num linguajar sem requinte
Vou resolvendo os problemas
O que preciso aprender
Tá no caderno de temas
É a força de vontade
A professora querida
Com ela que eu aprendi
Valiosas lições de vida.
Aprendi que honradez
É o boletim da consciência
Documento valoroso
Pra toda uma existência
E na moral e civismo
Tenho boa pontuação
E a geografia gaucha
Resumo no coração.
Trago escritos meus deveres
Nas páginas da vivencia
No arquivo da memória
Coleciono experiência
Palavra justa e respeito
São provas de honestidade
Diplomas que eu apresento
Com a rubrica da verdade.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
San Antonio
San Antonio (Cidade sem lei) é um filme estadunidense de 1945 do gênero western, dirigido por David Butler, Robert Florey e Raoul Walsh, os dois últimos sem serem creditados. Roteiro de Alan Le May e W. R. Burnett. Música de Ray Heindorf, Max Steiner e M. K. Jerome.
Em 1877 o rancheiro Clay Hardin é obrigado a fugir para o México depois de ser baleado, ter seu rancho queimado e seu gado roubado. O responsável é Roy Stuart, sócio do Hotel e Casa de Espetáculos de San Antonio, no Texas. Clay descobre provas sobre o envolvimento de Roy com os bandidos que o roubaram e agora quer retornar para San Antonio. Roy contrata vários pistoleiros para perseguir Clay. Mas esse, com a ajuda do velho amigo Charlie Bell, consegue enganar seus perseguidores e chega à cidade na carruagem particular da cantora Jeanne Starr. Clay e seu inimigo acabam se encontrando num tiroteio nas ruinas do famoso Álamo.
• Errol Flynn...Clay Hardin
• Alexis Smith...Jeanne Starr
• S.Z. Sakall...Sacha Bozic (como S.Z. "Cuddles" Sakall)
• Victor Francen...Legare
• Florence Bates...Henrietta
• John Litel...Charlie Bell
• Paul Kelly...Roy Stuart
• Robert Shayne...Capitão Morgan
• John Alvin...Pony Smith
• Monte Blue...Cleve Andrews
• Robert Barrat...Coronel Johnson
• Pedro de Cordoba...Ricardo Torreon
• Tom Tyler...Lafe McWilliams
Em 1877 o rancheiro Clay Hardin é obrigado a fugir para o México depois de ser baleado, ter seu rancho queimado e seu gado roubado. O responsável é Roy Stuart, sócio do Hotel e Casa de Espetáculos de San Antonio, no Texas. Clay descobre provas sobre o envolvimento de Roy com os bandidos que o roubaram e agora quer retornar para San Antonio. Roy contrata vários pistoleiros para perseguir Clay. Mas esse, com a ajuda do velho amigo Charlie Bell, consegue enganar seus perseguidores e chega à cidade na carruagem particular da cantora Jeanne Starr. Clay e seu inimigo acabam se encontrando num tiroteio nas ruinas do famoso Álamo.
• Errol Flynn...Clay Hardin
• Alexis Smith...Jeanne Starr
• S.Z. Sakall...Sacha Bozic (como S.Z. "Cuddles" Sakall)
• Victor Francen...Legare
• Florence Bates...Henrietta
• John Litel...Charlie Bell
• Paul Kelly...Roy Stuart
• Robert Shayne...Capitão Morgan
• John Alvin...Pony Smith
• Monte Blue...Cleve Andrews
• Robert Barrat...Coronel Johnson
• Pedro de Cordoba...Ricardo Torreon
• Tom Tyler...Lafe McWilliams
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ébrio De Amor
Ébrio De Amor
Composição: Teixeirinha
Traga mais bebida
Aqui nesta mesa
Não ligo a despesa
Me deixem beber
Aquela mulher
Na outra mesa sentada
Já foi minha amada
Preciso esquecer
Amigos reparem
No rostinho dela
Já foi minha bela
Há dias atrás
Por isso que eu bebo
Me dê a razão
O meu coração
Tá sofrendo demais
Tornou-se boêmia
É um aventureira
Sem lar e sem eira
Vivendo na lama
Ela também bebe
Explora os otários
E faz comentarios
Que ainda me ama
Por isso que eu bebo
Traga mais bebida
A mulher querida
Preciso esquecer
Garçom vai trazendo
A bebida que eu pago
Me dá mais um trago
Se não vou morrer.
Quando os olhos dela
Encontram os meus
Vejo os lábios seus
Pedindo-me um beijo
A vontade manda
Abraçar com loucura
Beijar com ternura
A mulher que eu desejo
Bebo como um louco
No inferno do amor
A vida é um horor
Prá ela e prá mim
Somente o orgulho
Nos traz separado
Um pra cada lado
Este é o nosso fim
Somente o orgulho
Nos traz separado
Um pra cada lado
Este é o nosso fim.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Franklin Pierce
Franklin Pierce (Hillsborough, 23 de novembro de 1804 — Concord, 8 de outubro de 1869) foi um advogado e político norte-americano. Foi o décimo quarto presidente dos Estados Unidos, de 1853 a 1857. Foi o segundo presidente mais jovem a ser eleito no país, aos 48 anos de idade, e até hoje o único presidente natural de New Hampshire. Foi o primeiro presidente a nascer no século XIX.
Pierce foi membro do Partido Democrata e uma "pessoa indolente", que serviu nos Estados Unidos na Câmara dos Representantes e no Senado. Mais tarde, Pierce participou da Guerra Mexicano-Americana, e tornou-se um general de brigada. Seu direito privado, em prática no seu estado natal, New Hampshire, foi tão bem sucedido que a ele foram oferecidas várias posições importantes, que ele recusou. Mais tarde, foi nomeado candidato à presidência americana na Convenção Nacional Democrática de 1852.
Na eleição presidencial, Pierce e seu vice, William R. King, venceram por uma maioria de votos, derrotando o bilhete do Partido Whig, de Winfield Scott e William A. Graham por uma margem de 50% a 44% do voto popular, e 254 para 42 no colégio eleitoral. Segundo o historiador David Potter, Pierce foi algumas vezes referido como "Bebê Pierce", aparentemente em referência a sua relativa juventude, em comparação com presidentes anteriores.
Sua aparência inofensiva e sua boa personalidade renderam-lhe muitos amigos, mas também sofreu tragédias em sua vida pessoal e, como presidente, decisões que foram feitas posteriormente, amplamente criticadas e divisionistas nos seus efeitos, oferecendo-lhe a reputação de um dos piores presidentes da história dos Estados Unidos. No norte, a popularidade de Pierce declinou acentuadamente, depois que ele saiu em favor do Ato Kansas-Nebraska, que revoga o compromisso do Missouri em reabrir a questão da expansão da escravidão no Ocidente. A sua credibildiade foi ainda mais danificada quando vários de seus diplomatas emitiram o Manifesto de Ostende. O historiador David Potter conclui que o Manifesto de Ostende, e o Ato Kansas-Nebraska foram "as duas grandes calamidades da administração de Franklin Pierce: "Ambas estabeleceram uma avalanche de críticas públicas.". Pior que isso, diz Potter, elas praticamente desacreditaram a doutrina do Destino Manifesto, e a soberania popular.
Abandonado por sua parte, Pierce não foi renomeado em 1856 para concorrer às eleições presidenciais, sendo substituído por James Buchanan. Depois de perder a nomeação Democrata, Pierce continuou a sua aprendizagem ao longo da luta com o alcoolismo, como seu casamento com Jane Appleton Pierce acabou. Sua reputação foi destruída durante a Guerra De Secessão, quando ele declarou apoio aos Estados Confederados da América. Correspondências pessoais entre Pierce e o presidente dos Confederados, Jefferson Davis, vazaram para a imprensa.
Philip B. Romanticize e Peter W. Romanticize refletiram a opinião de muitos historiadores quando escreveram no The American President que Pierce foi "um bom homem, que não entendeu suas própria deficiências. Ele era verdadeiramente religioso, amava sua esposa e reformulou de modo próprio que ele poderia adaptá-la às formas e mostrar a sua verdadeira afeição. Ele era um dos homens mais populares em New Hampshire, educado e amável, fácil e bom no jogo político, encantador e fino e bonito. Porém, ele tem sido criticada como tímido e incapaz de fazer face a uma mutação América". Pierce tem sido consistentemente classificado por estudiosos como um dos piores presidentes dos Estados Unidos.
Franklin Pierce faleceu de cirrose, em 1869, em Concord, em New Hampshire.
Pierce foi membro do Partido Democrata e uma "pessoa indolente", que serviu nos Estados Unidos na Câmara dos Representantes e no Senado. Mais tarde, Pierce participou da Guerra Mexicano-Americana, e tornou-se um general de brigada. Seu direito privado, em prática no seu estado natal, New Hampshire, foi tão bem sucedido que a ele foram oferecidas várias posições importantes, que ele recusou. Mais tarde, foi nomeado candidato à presidência americana na Convenção Nacional Democrática de 1852.
Na eleição presidencial, Pierce e seu vice, William R. King, venceram por uma maioria de votos, derrotando o bilhete do Partido Whig, de Winfield Scott e William A. Graham por uma margem de 50% a 44% do voto popular, e 254 para 42 no colégio eleitoral. Segundo o historiador David Potter, Pierce foi algumas vezes referido como "Bebê Pierce", aparentemente em referência a sua relativa juventude, em comparação com presidentes anteriores.
Sua aparência inofensiva e sua boa personalidade renderam-lhe muitos amigos, mas também sofreu tragédias em sua vida pessoal e, como presidente, decisões que foram feitas posteriormente, amplamente criticadas e divisionistas nos seus efeitos, oferecendo-lhe a reputação de um dos piores presidentes da história dos Estados Unidos. No norte, a popularidade de Pierce declinou acentuadamente, depois que ele saiu em favor do Ato Kansas-Nebraska, que revoga o compromisso do Missouri em reabrir a questão da expansão da escravidão no Ocidente. A sua credibildiade foi ainda mais danificada quando vários de seus diplomatas emitiram o Manifesto de Ostende. O historiador David Potter conclui que o Manifesto de Ostende, e o Ato Kansas-Nebraska foram "as duas grandes calamidades da administração de Franklin Pierce: "Ambas estabeleceram uma avalanche de críticas públicas.". Pior que isso, diz Potter, elas praticamente desacreditaram a doutrina do Destino Manifesto, e a soberania popular.
Abandonado por sua parte, Pierce não foi renomeado em 1856 para concorrer às eleições presidenciais, sendo substituído por James Buchanan. Depois de perder a nomeação Democrata, Pierce continuou a sua aprendizagem ao longo da luta com o alcoolismo, como seu casamento com Jane Appleton Pierce acabou. Sua reputação foi destruída durante a Guerra De Secessão, quando ele declarou apoio aos Estados Confederados da América. Correspondências pessoais entre Pierce e o presidente dos Confederados, Jefferson Davis, vazaram para a imprensa.
Philip B. Romanticize e Peter W. Romanticize refletiram a opinião de muitos historiadores quando escreveram no The American President que Pierce foi "um bom homem, que não entendeu suas própria deficiências. Ele era verdadeiramente religioso, amava sua esposa e reformulou de modo próprio que ele poderia adaptá-la às formas e mostrar a sua verdadeira afeição. Ele era um dos homens mais populares em New Hampshire, educado e amável, fácil e bom no jogo político, encantador e fino e bonito. Porém, ele tem sido criticada como tímido e incapaz de fazer face a uma mutação América". Pierce tem sido consistentemente classificado por estudiosos como um dos piores presidentes dos Estados Unidos.
Franklin Pierce faleceu de cirrose, em 1869, em Concord, em New Hampshire.
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